Site do Itaú sai do ar, e hackers do Anonymous reclamam autoria de ataque
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Ação foi feita pelo grupo, segundo eles, como protesto à corrupção no Brasil
O grupo de hackers Anonymous derrubou o site do banco Itáu agora segunda-feira (30/01/12) , em uma série de ataques que estão fazendo como protesto na rede.
Com a tag #OpWeeksPayment, eles anunciaram no perfil oficial do grupo no Twitter que fariam o ataque. Logo depois, o site do banco saiu do ar.
A queda nos serviços deveria durar 12h, segundo a previsão dos hackers.
O Dikasnet entrou em contato com o Itaú Unibanco para perguntar sobre o suposto ataque. O banco admite a indisponibilidade de seus serviços nesta segunda-feira, mas ressalta que a normalidade foi retomada e que os demais canais eletrônicos estavam funcionando para as operações dos clientes.
Por volta das 16h, o site já estava funcionando.
Não é o primeiro ataque do tipo que fazem. Pelo contrário: na semana passada, na quarta-feira (25), derrubaram a página do Governo de São Paulo, entre outras.
A motivação dos ataques é sempre sociopolítica - dessa vez, o alerta, segundo eles, é contra a corrupção.
Sites do governo polonês são atacados em protesto por acordo antipirataria
terça-feira, 24 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao ACTA
Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.
Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.
'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.
Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.
Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE
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| Tusk: 'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual' |
Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.
Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.
'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.
Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.
Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE
Vídeo do Anonymous ameaça atacar Facebook; Twitter desmente
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Mensagem marca ataque ao Facebook para sábado; pelo Twitter, parte do grupo nega que haverá uma ação.
O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.
Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.
De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.
Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).
Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.
Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:
O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.
Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.
De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.
Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).
Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.
Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:
Contra Sopa, Anonymous ataca sites no Brasil
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Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país
Mesmo após o projeto antipirataria Sopa ser suspenso nos Estados Unidos, crackers do grupo Anonymous continuaram a deflagrar ataques contra sites como forma de protestar contra a censura na web.
Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país, em protesto contra o Sopa.
Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC), foram invadidos e tiveram sua página inicial substituída por um vídeo do Anonymous (veja a seguir) e um comunicado explicando as ações do grupo. O grupo também alega um ataque ao site da Microsoft Brasil, porém até o momento o site permanecia estável.
“Uma nova maneira de se relacionar com a cultura foi criada há muito tempo, porém, as empresas que dominam o mercado há muito tempo também não sabem lidar com isto e impõe seu método ultrapassado de comercialização de arte. Evoluir não é só na tecnologia, é também nas maneiras de se relacionar e de pensar. A informação seja arte ou não é um direito de todos”, diz o grupo em comunicado em vídeo.
Mesmo após retirar o projeto do Sopa de votação no legislativo americano, na última sexta-feira o FBI e a justiça dos Estados Unidos fecharam o site de compartilhamento Megaupload e deram início a um efeito cascata, e diversos sites do gênero já estão bloqueando o acesso de terceiros para evitar processos.
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| Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC) foram invadidos |
Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país, em protesto contra o Sopa.
Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC), foram invadidos e tiveram sua página inicial substituída por um vídeo do Anonymous (veja a seguir) e um comunicado explicando as ações do grupo. O grupo também alega um ataque ao site da Microsoft Brasil, porém até o momento o site permanecia estável.
“Uma nova maneira de se relacionar com a cultura foi criada há muito tempo, porém, as empresas que dominam o mercado há muito tempo também não sabem lidar com isto e impõe seu método ultrapassado de comercialização de arte. Evoluir não é só na tecnologia, é também nas maneiras de se relacionar e de pensar. A informação seja arte ou não é um direito de todos”, diz o grupo em comunicado em vídeo.
Mesmo após retirar o projeto do Sopa de votação no legislativo americano, na última sexta-feira o FBI e a justiça dos Estados Unidos fecharam o site de compartilhamento Megaupload e deram início a um efeito cascata, e diversos sites do gênero já estão bloqueando o acesso de terceiros para evitar processos.
Apesar da pirataria, venda de música digital subiu em 2011
domingo, 22 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Londres - A venda de música digital aumentou 8% em 2011, apesar da crise e da incidência da pirataria, segundo o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), que ressalta que o mercado mundial da música digital já representa um terço do total (32%).
O documento, apresentado nesta segunda-feira em Londres, desenha um panorama positivo, apesar de, como advertiu o responsável executivo do IFPI, Frances Moore, 'é preciso fazer mais' para erradicar a pirataria que, junto com a crise, segue prejudicando a indústria.
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O setor de música digital está otimista, apesar de pedir medidas contra a pirataria |
Em alguns países, o negócio já ultrapassa a metade do consumo de música: 52% nos Estados Unidos, 53% na Coreia do Sul e mais de 70% na China.
Moore mostrou sua satisfação por estes progressos sem deixar de alertar contra os riscos de cair na 'complacência', destacando que os serviços digitais de música mais importantes estão presentes em pelo menos 58 países.
'A verdade é que as gravadoras estão criando um negócio para a música digital bem-sucedido, apesar do ambiente operacional', disse.
Nos EUA serviços inovadores foram lançados e novos mercados foram abertos em 2011, houve um crescimento dos smartphones e tablets e o site ilegal Limewire foi fechado, o que contribuiu para que 'o mercado se aproxime da senda do crescimento', apontou Moore.
Prova disso foi o fechamento da popular página de downloads MegaUpload e a prisão de quatro de seus executivos na última semana, ou a aplicação da lei Hadopi na França, que contempla campanhas de divulgação e sanções para os infratores.
A familiaridade dos usuários com os serviços legais de música digital é uma das boas notícias para a IFPI, assim como a busca de novas fórmulas comerciais para oferecer uma experiência melhore que a dos serviços ilegais
Outro fator importante foi a expansão do iTunes, maior loja virtual de entretenimento, que passou a estar presente em 58 países em 2011, assim como a do Spotify, popular serviço de música em 'streaming' que se expandiu para 12 mercados, e o aumento das vendas de discos digitais, que cresceu 19% nos EUA, 27% no Reino Unido e 71% na França. EFE
6 ataques poderosos orquestrados pelo Anonymous
sábado, 21 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Grupo hacktivistas é conhecido por retaliar virtualmente governos e grandes empresas que se manifestem contra a liberdade na internet
São Paulo – “Somos guerreiros em prol da liberdade da internet”, é assim que os hacktivistas conhecidos como Anonymous se definem. Pouco se sabe sobre o grupo, mas tudo indica que tenha surgido de maneira mais organizada nos idos de 2008 e é composto por centenas de pessoas espalhadas por todo o planeta.
Dentro do grupo não existe figura de líder e nem regras, é bem provável que os participantes não saibam os nomes reais de seus companheiros. Os “anonymous” que compõem a legião de ativistas digitais agem de maneira coordenada na elaboração e execução de ataques virtuais contra grandes corporações e governos.
A noite de quinta-feira (19) entra para a história da era digital como um marco na incessante luta do governo americano contra a pirataria. O FBI conseguiu tirar do ar o Megaupload, serviço de hospedagens de arquivos na internet utilizado por mais de um bilhão de usuários. Além disso, foram presos os principais diretores da empresa, entre eles o fundador do site, o alemão Kim Schmitz, todos acusados de violação de direitos autorais.
Foi apenas uma questão de tempo até que o grupo Anonymous se manifestasse através do seu perfil no Twitter, anunciando a #OpPayback (operação vingança). Depois de publicar a expressão “tango down”, termo que no universo dos games sinaliza a eliminação de um alvo, os sites do FBI, Justiça americana, Universal Music Group, Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA) e também da Associação Cinematográfica (MPAA) saíram do ar.
Mas este foi apenas um de uma série de ataques assumidos pelo grupo nos últimos anos. Confira abaixo ocasiões recentes nas quais Anonymous mostrou o poder que tem de atormentar a vida de gente poderosa, e também criminosa, na internet.
Operação Darknet
O grupo alegou ter conseguido o IP, número usado por um computador para se conectar à internet, de visitantes de um site de pornografia infantil. Numa manobra virtual, conseguiram induzir que tais usuários baixassem uma suposta atualização de um software usado para ocultar a identidade na web. Na realidade, porém, tais usuários foram direcionados a um servidor controlado pelo Anonymous que armazenava o IP dos visitantes.
Operação Independência
O dia da independência no México ficou marcado por um grande ataque perpetrado pelo grupo aos sites de órgãos estatais do país. O motivo foi o de protestar contra a violência constante que atinge o país há anos. O terror tem origem no poder que os cartéis de droga detêm em território mexicano.
Ataque a Bolsa de Nova York
Em outubro passado, o Anonymous invadiu o site da New York Stock Exchange (NYSE), a poderosa bolsa de valores da Big Apple. O ataque foi realizado como apoio ao movimento Occupy Wall Street que na época havia acabado de montar acampamento na região sul de Manhattan. O Anonymous chegou a declarar guerra contra a entidade depois da prisão de manifestantes da ocupação.
Tango Down Apple!
Em julho do ano passado, o grupo invadiu um servidor da Apple e divulgou no twitter supostas senhas e nomes de administradores. A Apple armazena dados de cartões de créditos de milhares de clientes, mas o grupo não revelou dados desta sorte. O que poderia ter sido, no mínimo, embaraçoso para uma empresa de tecnologia. “A Apple poderia ser um alvo. Mas estamos ocupados”, dizia um tuíte do grupo seguido de um link para as informações coletadas.
Visa e Mastercard
Em 2010, em pleno calor da divulgação dos documentos secretos do exército americano pelo Wikileaks, estas duas empresas resolveram bloquear doações feitas para a organização. O resultado foi que, por algumas horas, as bandeiras Visa e Mastercard ficaram completamente fora do ar.
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| Grupo é conhecido por seus ataques virtuais contra governos e corporações que se manifestem contra a liberdade na internet. |
Dentro do grupo não existe figura de líder e nem regras, é bem provável que os participantes não saibam os nomes reais de seus companheiros. Os “anonymous” que compõem a legião de ativistas digitais agem de maneira coordenada na elaboração e execução de ataques virtuais contra grandes corporações e governos.
A noite de quinta-feira (19) entra para a história da era digital como um marco na incessante luta do governo americano contra a pirataria. O FBI conseguiu tirar do ar o Megaupload, serviço de hospedagens de arquivos na internet utilizado por mais de um bilhão de usuários. Além disso, foram presos os principais diretores da empresa, entre eles o fundador do site, o alemão Kim Schmitz, todos acusados de violação de direitos autorais.
Foi apenas uma questão de tempo até que o grupo Anonymous se manifestasse através do seu perfil no Twitter, anunciando a #OpPayback (operação vingança). Depois de publicar a expressão “tango down”, termo que no universo dos games sinaliza a eliminação de um alvo, os sites do FBI, Justiça americana, Universal Music Group, Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA) e também da Associação Cinematográfica (MPAA) saíram do ar.
Mas este foi apenas um de uma série de ataques assumidos pelo grupo nos últimos anos. Confira abaixo ocasiões recentes nas quais Anonymous mostrou o poder que tem de atormentar a vida de gente poderosa, e também criminosa, na internet.
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O grupo alegou ter conseguido o IP, número usado por um computador para se conectar à internet, de visitantes de um site de pornografia infantil. Numa manobra virtual, conseguiram induzir que tais usuários baixassem uma suposta atualização de um software usado para ocultar a identidade na web. Na realidade, porém, tais usuários foram direcionados a um servidor controlado pelo Anonymous que armazenava o IP dos visitantes.
Operação Independência
O dia da independência no México ficou marcado por um grande ataque perpetrado pelo grupo aos sites de órgãos estatais do país. O motivo foi o de protestar contra a violência constante que atinge o país há anos. O terror tem origem no poder que os cartéis de droga detêm em território mexicano.
Ataque a Bolsa de Nova York
Em outubro passado, o Anonymous invadiu o site da New York Stock Exchange (NYSE), a poderosa bolsa de valores da Big Apple. O ataque foi realizado como apoio ao movimento Occupy Wall Street que na época havia acabado de montar acampamento na região sul de Manhattan. O Anonymous chegou a declarar guerra contra a entidade depois da prisão de manifestantes da ocupação.
Tango Down Apple!
Em julho do ano passado, o grupo invadiu um servidor da Apple e divulgou no twitter supostas senhas e nomes de administradores. A Apple armazena dados de cartões de créditos de milhares de clientes, mas o grupo não revelou dados desta sorte. O que poderia ter sido, no mínimo, embaraçoso para uma empresa de tecnologia. “A Apple poderia ser um alvo. Mas estamos ocupados”, dizia um tuíte do grupo seguido de um link para as informações coletadas.
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Em 2010, em pleno calor da divulgação dos documentos secretos do exército americano pelo Wikileaks, estas duas empresas resolveram bloquear doações feitas para a organização. O resultado foi que, por algumas horas, as bandeiras Visa e Mastercard ficaram completamente fora do ar.









