Após Itaú, site do Bradesco fica fora do ar
terça-feira, 31 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Usuários encontraram problemas para acessar a página virtual do Bradesco ao longo de vários momentos hoje desde o período da manhã. O problema com a página virtual acontece no mesmo dia em que o grupo de hackers Anonymous Brasil anunciou um ataque ao site da instituição.
Segundo o banco, o problema foi de intermitência decorrente do excesso de visitas. "O site do Bradesco apresentou momentos de intermitência, com volume de acessos acima da média, mas não chegou a ficar fora do ar", diz comunicado de uma linha emitido pelo banco. O comunicado não explica a origem do excesso de tentativas de acesso ao site -- se partiu do grupo de hackers ou de clientes.
A instabilidade virtual acontece no dia em que o Bradesco divulga os resultados do quarto trimestre do ano passado e do consolidado para 2011.
Ontem o site do Itaú Unibanco também ficou fora do ar durante diferentes momentos do dia, mas o banco também não vinculou o problema à ação do grupo de hackers.
Entretanto, o presidente da unidade brasileira do banco Santander, Marcial Portela, disse em encontro com jornalistas esta manhã que desde a semana passada a instituição já tinha conhecimento das ameaças. "Estamos preparados desde a semana passada porque já havia suspeitas de ataque", disse Portela. O banco espanhol também divulgou hoje os resultados referentes ao quatro trimestre do ano passado e o consolidado para o ano.
Ontem o grupo de hackers informou em sua página no Twitter e no Facebook que a operação contra diferentes instituições financeiras será realizada ao longo desta semana, em uma operação identificada como #OpWeeksPayment.
De acordo com o Anonymous Brasil, cada dia desta semana será destinado ao ataque à página de um banco diferente. O grupo diz que os ataques são um protesto contra a corrupção e a injustiça social.
Santander se prepara para ataque de hackers
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Banco toma previdências na semana que o grupo Anonymous prometeu atacar um banco por dia.
O Santander vem desde a semana passada reforçando a segurança de sua página na internet. "Ficamos sabendo da ameaça de ataques de hackers e estamos monitorando", disse o presidente do banco espanhol, Marcial Portela, em entrevista a imprensa para comentar o balanço da instituição.
Ontem, o grupo Anonymous anunciou pelas redes sociais que atacaria um site de banco brasileiro por dia nesta semana. O primeiro alvo foi o Itaú. O alvo hoje teria sido o Bradesco.
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O primeiro alvo dos ataques foi o Itaú. O alvo hoje teria sido o Bradesco. O próximo pode ser o Santander |
Ontem, o grupo Anonymous anunciou pelas redes sociais que atacaria um site de banco brasileiro por dia nesta semana. O primeiro alvo foi o Itaú. O alvo hoje teria sido o Bradesco.
Site do Itaú sai do ar, e hackers do Anonymous reclamam autoria de ataque
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Ação foi feita pelo grupo, segundo eles, como protesto à corrupção no Brasil
O grupo de hackers Anonymous derrubou o site do banco Itáu agora segunda-feira (30/01/12) , em uma série de ataques que estão fazendo como protesto na rede.
Com a tag #OpWeeksPayment, eles anunciaram no perfil oficial do grupo no Twitter que fariam o ataque. Logo depois, o site do banco saiu do ar.
A queda nos serviços deveria durar 12h, segundo a previsão dos hackers.
O Dikasnet entrou em contato com o Itaú Unibanco para perguntar sobre o suposto ataque. O banco admite a indisponibilidade de seus serviços nesta segunda-feira, mas ressalta que a normalidade foi retomada e que os demais canais eletrônicos estavam funcionando para as operações dos clientes.
Por volta das 16h, o site já estava funcionando.
Não é o primeiro ataque do tipo que fazem. Pelo contrário: na semana passada, na quarta-feira (25), derrubaram a página do Governo de São Paulo, entre outras.
A motivação dos ataques é sempre sociopolítica - dessa vez, o alerta, segundo eles, é contra a corrupção.
Sites do governo polonês são atacados em protesto por acordo antipirataria
terça-feira, 24 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao ACTA
Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.
Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.
'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.
Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.
Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE
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| Tusk: 'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual' |
Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.
Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.
'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.
Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.
Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE
Vídeo do Anonymous ameaça atacar Facebook; Twitter desmente
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Mensagem marca ataque ao Facebook para sábado; pelo Twitter, parte do grupo nega que haverá uma ação.
O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.
Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.
De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.
Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).
Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.
Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:
O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.
Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.
De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.
Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).
Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.
Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:
Contra Sopa, Anonymous ataca sites no Brasil
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Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país
Mesmo após o projeto antipirataria Sopa ser suspenso nos Estados Unidos, crackers do grupo Anonymous continuaram a deflagrar ataques contra sites como forma de protestar contra a censura na web.
Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país, em protesto contra o Sopa.
Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC), foram invadidos e tiveram sua página inicial substituída por um vídeo do Anonymous (veja a seguir) e um comunicado explicando as ações do grupo. O grupo também alega um ataque ao site da Microsoft Brasil, porém até o momento o site permanecia estável.
“Uma nova maneira de se relacionar com a cultura foi criada há muito tempo, porém, as empresas que dominam o mercado há muito tempo também não sabem lidar com isto e impõe seu método ultrapassado de comercialização de arte. Evoluir não é só na tecnologia, é também nas maneiras de se relacionar e de pensar. A informação seja arte ou não é um direito de todos”, diz o grupo em comunicado em vídeo.
Mesmo após retirar o projeto do Sopa de votação no legislativo americano, na última sexta-feira o FBI e a justiça dos Estados Unidos fecharam o site de compartilhamento Megaupload e deram início a um efeito cascata, e diversos sites do gênero já estão bloqueando o acesso de terceiros para evitar processos.
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| Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC) foram invadidos |
Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país, em protesto contra o Sopa.
Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC), foram invadidos e tiveram sua página inicial substituída por um vídeo do Anonymous (veja a seguir) e um comunicado explicando as ações do grupo. O grupo também alega um ataque ao site da Microsoft Brasil, porém até o momento o site permanecia estável.
“Uma nova maneira de se relacionar com a cultura foi criada há muito tempo, porém, as empresas que dominam o mercado há muito tempo também não sabem lidar com isto e impõe seu método ultrapassado de comercialização de arte. Evoluir não é só na tecnologia, é também nas maneiras de se relacionar e de pensar. A informação seja arte ou não é um direito de todos”, diz o grupo em comunicado em vídeo.
Mesmo após retirar o projeto do Sopa de votação no legislativo americano, na última sexta-feira o FBI e a justiça dos Estados Unidos fecharam o site de compartilhamento Megaupload e deram início a um efeito cascata, e diversos sites do gênero já estão bloqueando o acesso de terceiros para evitar processos.
Apesar da pirataria, venda de música digital subiu em 2011
domingo, 22 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Londres - A venda de música digital aumentou 8% em 2011, apesar da crise e da incidência da pirataria, segundo o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), que ressalta que o mercado mundial da música digital já representa um terço do total (32%).
O documento, apresentado nesta segunda-feira em Londres, desenha um panorama positivo, apesar de, como advertiu o responsável executivo do IFPI, Frances Moore, 'é preciso fazer mais' para erradicar a pirataria que, junto com a crise, segue prejudicando a indústria.
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O setor de música digital está otimista, apesar de pedir medidas contra a pirataria |
Em alguns países, o negócio já ultrapassa a metade do consumo de música: 52% nos Estados Unidos, 53% na Coreia do Sul e mais de 70% na China.
Moore mostrou sua satisfação por estes progressos sem deixar de alertar contra os riscos de cair na 'complacência', destacando que os serviços digitais de música mais importantes estão presentes em pelo menos 58 países.
'A verdade é que as gravadoras estão criando um negócio para a música digital bem-sucedido, apesar do ambiente operacional', disse.
Nos EUA serviços inovadores foram lançados e novos mercados foram abertos em 2011, houve um crescimento dos smartphones e tablets e o site ilegal Limewire foi fechado, o que contribuiu para que 'o mercado se aproxime da senda do crescimento', apontou Moore.
Prova disso foi o fechamento da popular página de downloads MegaUpload e a prisão de quatro de seus executivos na última semana, ou a aplicação da lei Hadopi na França, que contempla campanhas de divulgação e sanções para os infratores.
A familiaridade dos usuários com os serviços legais de música digital é uma das boas notícias para a IFPI, assim como a busca de novas fórmulas comerciais para oferecer uma experiência melhore que a dos serviços ilegais
Outro fator importante foi a expansão do iTunes, maior loja virtual de entretenimento, que passou a estar presente em 58 países em 2011, assim como a do Spotify, popular serviço de música em 'streaming' que se expandiu para 12 mercados, e o aumento das vendas de discos digitais, que cresceu 19% nos EUA, 27% no Reino Unido e 71% na França. EFE
6 ataques poderosos orquestrados pelo Anonymous
sábado, 21 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Grupo hacktivistas é conhecido por retaliar virtualmente governos e grandes empresas que se manifestem contra a liberdade na internet
São Paulo – “Somos guerreiros em prol da liberdade da internet”, é assim que os hacktivistas conhecidos como Anonymous se definem. Pouco se sabe sobre o grupo, mas tudo indica que tenha surgido de maneira mais organizada nos idos de 2008 e é composto por centenas de pessoas espalhadas por todo o planeta.
Dentro do grupo não existe figura de líder e nem regras, é bem provável que os participantes não saibam os nomes reais de seus companheiros. Os “anonymous” que compõem a legião de ativistas digitais agem de maneira coordenada na elaboração e execução de ataques virtuais contra grandes corporações e governos.
A noite de quinta-feira (19) entra para a história da era digital como um marco na incessante luta do governo americano contra a pirataria. O FBI conseguiu tirar do ar o Megaupload, serviço de hospedagens de arquivos na internet utilizado por mais de um bilhão de usuários. Além disso, foram presos os principais diretores da empresa, entre eles o fundador do site, o alemão Kim Schmitz, todos acusados de violação de direitos autorais.
Foi apenas uma questão de tempo até que o grupo Anonymous se manifestasse através do seu perfil no Twitter, anunciando a #OpPayback (operação vingança). Depois de publicar a expressão “tango down”, termo que no universo dos games sinaliza a eliminação de um alvo, os sites do FBI, Justiça americana, Universal Music Group, Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA) e também da Associação Cinematográfica (MPAA) saíram do ar.
Mas este foi apenas um de uma série de ataques assumidos pelo grupo nos últimos anos. Confira abaixo ocasiões recentes nas quais Anonymous mostrou o poder que tem de atormentar a vida de gente poderosa, e também criminosa, na internet.
Operação Darknet
O grupo alegou ter conseguido o IP, número usado por um computador para se conectar à internet, de visitantes de um site de pornografia infantil. Numa manobra virtual, conseguiram induzir que tais usuários baixassem uma suposta atualização de um software usado para ocultar a identidade na web. Na realidade, porém, tais usuários foram direcionados a um servidor controlado pelo Anonymous que armazenava o IP dos visitantes.
Operação Independência
O dia da independência no México ficou marcado por um grande ataque perpetrado pelo grupo aos sites de órgãos estatais do país. O motivo foi o de protestar contra a violência constante que atinge o país há anos. O terror tem origem no poder que os cartéis de droga detêm em território mexicano.
Ataque a Bolsa de Nova York
Em outubro passado, o Anonymous invadiu o site da New York Stock Exchange (NYSE), a poderosa bolsa de valores da Big Apple. O ataque foi realizado como apoio ao movimento Occupy Wall Street que na época havia acabado de montar acampamento na região sul de Manhattan. O Anonymous chegou a declarar guerra contra a entidade depois da prisão de manifestantes da ocupação.
Tango Down Apple!
Em julho do ano passado, o grupo invadiu um servidor da Apple e divulgou no twitter supostas senhas e nomes de administradores. A Apple armazena dados de cartões de créditos de milhares de clientes, mas o grupo não revelou dados desta sorte. O que poderia ter sido, no mínimo, embaraçoso para uma empresa de tecnologia. “A Apple poderia ser um alvo. Mas estamos ocupados”, dizia um tuíte do grupo seguido de um link para as informações coletadas.
Visa e Mastercard
Em 2010, em pleno calor da divulgação dos documentos secretos do exército americano pelo Wikileaks, estas duas empresas resolveram bloquear doações feitas para a organização. O resultado foi que, por algumas horas, as bandeiras Visa e Mastercard ficaram completamente fora do ar.
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| Grupo é conhecido por seus ataques virtuais contra governos e corporações que se manifestem contra a liberdade na internet. |
Dentro do grupo não existe figura de líder e nem regras, é bem provável que os participantes não saibam os nomes reais de seus companheiros. Os “anonymous” que compõem a legião de ativistas digitais agem de maneira coordenada na elaboração e execução de ataques virtuais contra grandes corporações e governos.
A noite de quinta-feira (19) entra para a história da era digital como um marco na incessante luta do governo americano contra a pirataria. O FBI conseguiu tirar do ar o Megaupload, serviço de hospedagens de arquivos na internet utilizado por mais de um bilhão de usuários. Além disso, foram presos os principais diretores da empresa, entre eles o fundador do site, o alemão Kim Schmitz, todos acusados de violação de direitos autorais.
Foi apenas uma questão de tempo até que o grupo Anonymous se manifestasse através do seu perfil no Twitter, anunciando a #OpPayback (operação vingança). Depois de publicar a expressão “tango down”, termo que no universo dos games sinaliza a eliminação de um alvo, os sites do FBI, Justiça americana, Universal Music Group, Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA) e também da Associação Cinematográfica (MPAA) saíram do ar.
Mas este foi apenas um de uma série de ataques assumidos pelo grupo nos últimos anos. Confira abaixo ocasiões recentes nas quais Anonymous mostrou o poder que tem de atormentar a vida de gente poderosa, e também criminosa, na internet.
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O grupo alegou ter conseguido o IP, número usado por um computador para se conectar à internet, de visitantes de um site de pornografia infantil. Numa manobra virtual, conseguiram induzir que tais usuários baixassem uma suposta atualização de um software usado para ocultar a identidade na web. Na realidade, porém, tais usuários foram direcionados a um servidor controlado pelo Anonymous que armazenava o IP dos visitantes.
Operação Independência
O dia da independência no México ficou marcado por um grande ataque perpetrado pelo grupo aos sites de órgãos estatais do país. O motivo foi o de protestar contra a violência constante que atinge o país há anos. O terror tem origem no poder que os cartéis de droga detêm em território mexicano.
Ataque a Bolsa de Nova York
Em outubro passado, o Anonymous invadiu o site da New York Stock Exchange (NYSE), a poderosa bolsa de valores da Big Apple. O ataque foi realizado como apoio ao movimento Occupy Wall Street que na época havia acabado de montar acampamento na região sul de Manhattan. O Anonymous chegou a declarar guerra contra a entidade depois da prisão de manifestantes da ocupação.
Tango Down Apple!
Em julho do ano passado, o grupo invadiu um servidor da Apple e divulgou no twitter supostas senhas e nomes de administradores. A Apple armazena dados de cartões de créditos de milhares de clientes, mas o grupo não revelou dados desta sorte. O que poderia ter sido, no mínimo, embaraçoso para uma empresa de tecnologia. “A Apple poderia ser um alvo. Mas estamos ocupados”, dizia um tuíte do grupo seguido de um link para as informações coletadas.
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Em 2010, em pleno calor da divulgação dos documentos secretos do exército americano pelo Wikileaks, estas duas empresas resolveram bloquear doações feitas para a organização. O resultado foi que, por algumas horas, as bandeiras Visa e Mastercard ficaram completamente fora do ar.
Anonymous ataca o site da sede da presidência francesa
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Durante uma busca no site do Palácio do Eliseu, era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo. Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal.
Paris - O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.
Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.
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| Um hacker mascarado manipula o site do Palácio do Eliseu |
Paris - O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.
Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.
Anonymous divulga dados do diretor do FBI
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| Ação do grupo Anonymous foi uma represália ao fechamento do Megaupload |
O Anonymous divulgou informações do diretor do FBI, Robert Mueller, em diversas redes sociais.
O grupo revelou, basicamente, dados pessoais, como o endereço residencial e o nome de parentes, como filhas e esposa. O Anonymous também publicou o telefone residencial e o e-mail pessoal dos familiares.
A ação foi uma represália pelo fechamento do Megaupload, na quinta-feira passada. O site está sendo acusado pela justiça americana de compartilhar conteúdo protegido (como filmes e músicas) na internet. Seu criador, Kim Dotcom, foi preso na Nova Zelândia e pode ser extraditado a qualquer momento para os EUA.
Além do FBI, o Anonymous realizou uma série de ataques em outros pontos do planeta. Páginas do governo francês, que apoia a criação de leis severas para quem compartilha dados protegidos na web, ficaram fora do ar na madrugada do sábado.
No Brasil, o grupo, até o momento, atacou sites do governo do Distrito Federal e, também, da cantora Paula Fernandes – ela é contratada da Universal Music, gravadora que apoia o projeto Sopa (um conjunto de leis que endurece as penalizações para quem usa e compartilha conteúdo pirata).
Comissária europeia critica projeto americano contra pirataria
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos
Bruxelas - A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, mostrou nesta sexta-feira sua discordância sobre a atual versão do projeto de lei americano que pretende impedir a pirataria na internet, conhecido como SOPA.
'Estou feliz por existir uma mudança de tendência sobre SOPA: não necessitamos de uma lei ruim quando deveríamos defender os benefícios de uma rede aberta', declarou a comissária através do Twitter.
SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos que provocou esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet em sinal de protesto por sua suposta intenção de censura.
Além disso, horas depois de o FBI fechar o site de armazenamento e download de arquivos Megaupload e deter quatro de seus executivos por um suposto delito de pirataria, Kroes comentou em sua conta no Twitter que 'o excesso de velocidade também é ilegal: mas não coloque redutores na estrada'.
Segundo outro comentário publicado pela comissária através desta rede social, 'a regulação da internet deve ser efetiva, equilibrada e preservar os benefícios de uma rede aberta'.
O porta-voz de Kroes, Ryan Heath, disse em entrevista coletiva que o comentário da comissária sobre SOPA se refere ao 'que é necessário para que a internet funcione bem', e afirmou que Kroes não estava apenas se referindo ao projeto de lei americano.
Ele destacou que se há na internet um 'grande problema', é necessário que a resposta seja 'equilibrada'.
O porta-voz afirmou que a Comissão Europeia segue de perto os eventos nos Estados Unidos e que cada vez mais os temas digitais são agora assuntos políticos que foram generalizados.
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Protestos contra lei provocaram esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet |
Bruxelas - A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, mostrou nesta sexta-feira sua discordância sobre a atual versão do projeto de lei americano que pretende impedir a pirataria na internet, conhecido como SOPA.
'Estou feliz por existir uma mudança de tendência sobre SOPA: não necessitamos de uma lei ruim quando deveríamos defender os benefícios de uma rede aberta', declarou a comissária através do Twitter.
SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos que provocou esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet em sinal de protesto por sua suposta intenção de censura.
Além disso, horas depois de o FBI fechar o site de armazenamento e download de arquivos Megaupload e deter quatro de seus executivos por um suposto delito de pirataria, Kroes comentou em sua conta no Twitter que 'o excesso de velocidade também é ilegal: mas não coloque redutores na estrada'.
Segundo outro comentário publicado pela comissária através desta rede social, 'a regulação da internet deve ser efetiva, equilibrada e preservar os benefícios de uma rede aberta'.
O porta-voz de Kroes, Ryan Heath, disse em entrevista coletiva que o comentário da comissária sobre SOPA se refere ao 'que é necessário para que a internet funcione bem', e afirmou que Kroes não estava apenas se referindo ao projeto de lei americano.
Ele destacou que se há na internet um 'grande problema', é necessário que a resposta seja 'equilibrada'.
O porta-voz afirmou que a Comissão Europeia segue de perto os eventos nos Estados Unidos e que cada vez mais os temas digitais são agora assuntos políticos que foram generalizados.
Todos contra SOPA
// by Dikasnet //
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Entre os opositores estão as principais empresas que atuam na Internet como o Facebook, Twitter, Google, Yahoo!, LinkedIn, Mozilla, Wikimedia, Zynga, Amazon, eBay, Reddit, 4chan e 9GAG. Também organizações de direitos humanos, como Repórteres Sem Fronteiras e Human Rights Watch. A empresa de registro de domínios Go Daddy inicialmente apoiou a proposta. O posicionamento atraiu fúria de seus clientes, levando-a reconsiderar o apoio.
Membros da administração do presidente estadunidense Barack Obama fizeram um anúncio online no qual dizem que não apoiarão legislações que reduzam a liberdade de expressão, aumentem o risco da ciber-segurança ou enfraqueçam a dinâmica e a inovação na Internet global.
Anonymous ataca sites do governo dos EUA após fechamento do Megaupload
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Após um breve período de silêncio, o grupo de hackers Anonymous voltou à ativa agora a noite..
Pouco tempo depois do Megaupload.com ter sido retirado do ar pelo FBI, acusado de pirataria, o grupo atribuiu a si os ataques que desativaram endereços da Justiça Americana, Universal Music, Associação Cinematográfica (MPAA) e da Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA).
O anúncio foi feito nas páginas do grupo no Twitter (@anonops e @youranonews), por volta das 19h. “O Governo derruba o #Megaupload? 15 minutos depois o #Anonymous derruba os sites do governo e das gravadoras”, diz um dos tuítes. “Vocês deviam ter previsto”, afirmaram em outro post.
O grupo também afirmou que a operação em curso, chamada de #OpMegaupload ou #OpPayback, é “o maior ataque já feito alguma vez pelo Anonymous”, com 5.635 participantes. Os hacktivistas estariam usando “Loic”, um programa de código aberto utilizado para ataques de negação de serviço DDoS.
E parece que a ação vai continuar – a intenção do grupo é ir atrás site do FBI. “Pegue pipoca… será uma noite longa e engraçada”, avisou o perfil que divulga e comemora os avanços da operação.
Fechado
O Megaupload.com, um dos dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, saiu do ar depois que o FBI indiciou seus funcionários por pirataria. Como parte da operação, foram presos quatro executivos responsáveis pelo site, e outros três diretores do endereço serão processados.
A acusação é de que o site lesou proprietários de direitos autorais em mais de US$ 500 milhões ao abrigar contéudo pirateado como filmes e músicas. Durante a noite, a página está fora do ar e não traz nenhum aviso sobre o motivo.
Atualização às 22h50
Após 3 horas de operação, o grupo hacker Anonymous foi bem sucedido em sua ofensiva contra o site do FBI, que finalmente foi derrubado por volta das 22h50 desta quinta-feira. Por enquanto não há novos alvos anunciados.
FBI fecha Megaupload e prende responsáveis pelo site
// by Dikasnet //
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Site de compartilhamento de arquivos é acusado de facilitar pirataria online de filmes e outros conteúdos.
O Federal Bureau of Investigation (FBI) fechou ontem o site de compartilhamento de arquivos Megaupload e prendeu quatro executivos responsáveis pela operação do site, sob a acusação de pirataria de conteúdo pela internet. Outros três executivos que estavam envolvidos com o site também serão processados pelo crime. Por enquanto, o site está fora do ar e não há nenhum aviso sobre o motivo.
MegaUpload, site baseado em Hong Kong, é um dos mais populares sites para compartilhamento de arquivos. Os usuários podem fazer upload de documentos e de arquivos maiores, como vídeos, e permitir que outros internautas baixem o conteúdo de qualquer dispositivo conectado a internet. Muitos internautas à procura de filmes e músicas pirateadas baixam arquivos a partir do site e de outros similares.
De acordo com o FBI, quatro dos sete acusados já estão presos, enquanto aguardam a decisão da Justiça sobre os crimes. Ao mesmo tempo em que os executivos foram presos na Nova Zelândia, agentes do FBI buscaram servidores do MegaUpload em outras localidades e tiraram o serviço do ar. Em diversas ocasiões, os executivos responsáveis pelo serviço já se defenderam contra as acusações de promoção de pirataria. Eles afirmam que a maior parte do tráfego do site é legal.
De acordo com o documento divulgado pelo FBI, os negócios do MegaUpload relacionados a pirataria já renderam mais de US$ 175 milhões. No documento, o FBI chama a empresa de "uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva."
Um dos criadores do Megaupload, o alemão Kim Schmitz, mais conhecido como Kim DotCom, é uma figura conhecida entre hackers. Nos anos 1990, ele cumpriu dois anos de prisão na Alemanha por usar suas habilidades de programador para fraudar cartões de crédito.
Pirataria sob a mira do governo americano
A ação acontece um dia após o protesto contra os projetos de lei SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect Intellectual Property Act), que devem ser votados nas próximas semanas nos Estados Unidos. Se aprovadas, as novas leis colocarão regras rígidas para o compartilhamento de conteúdo online e dará poderes à Justiça dos EUA para fechar quaisquer sites suspeitos de pirataria na internet.
O Federal Bureau of Investigation (FBI) fechou ontem o site de compartilhamento de arquivos Megaupload e prendeu quatro executivos responsáveis pela operação do site, sob a acusação de pirataria de conteúdo pela internet. Outros três executivos que estavam envolvidos com o site também serão processados pelo crime. Por enquanto, o site está fora do ar e não há nenhum aviso sobre o motivo.
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| Kim DotCom, um dos criadores do Megaupload |
De acordo com o FBI, quatro dos sete acusados já estão presos, enquanto aguardam a decisão da Justiça sobre os crimes. Ao mesmo tempo em que os executivos foram presos na Nova Zelândia, agentes do FBI buscaram servidores do MegaUpload em outras localidades e tiraram o serviço do ar. Em diversas ocasiões, os executivos responsáveis pelo serviço já se defenderam contra as acusações de promoção de pirataria. Eles afirmam que a maior parte do tráfego do site é legal.
De acordo com o documento divulgado pelo FBI, os negócios do MegaUpload relacionados a pirataria já renderam mais de US$ 175 milhões. No documento, o FBI chama a empresa de "uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva."
Um dos criadores do Megaupload, o alemão Kim Schmitz, mais conhecido como Kim DotCom, é uma figura conhecida entre hackers. Nos anos 1990, ele cumpriu dois anos de prisão na Alemanha por usar suas habilidades de programador para fraudar cartões de crédito.
Pirataria sob a mira do governo americano
A ação acontece um dia após o protesto contra os projetos de lei SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect Intellectual Property Act), que devem ser votados nas próximas semanas nos Estados Unidos. Se aprovadas, as novas leis colocarão regras rígidas para o compartilhamento de conteúdo online e dará poderes à Justiça dos EUA para fechar quaisquer sites suspeitos de pirataria na internet.

















