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Mostrando postagens com marcador Lei SOPA. Mostrar todas as postagens
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Kim Dotcom anuncia endereço do novo Megaupload

quinta-feira, 1 de novembro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , // 0 comentários
Novo serviço para o compartilhamento de arquivos deve estrear no dia 20 de janeiro.

Kim Dotcom: fundador do Megaupload afirma que os estúdios de cinema e gravadoras terão um canal no novo serviço para denunciar links com conteúdo ilegal para remoção.
O fundador do Megaupload, Kim Dotcom, anunciou, por meio de sua conta no Twitter, o endereço de seu novo serviço para compartilhamento de arquivos, o Mega.

Dotcom registrou o domínio http://me.ga para a nova empresa. Atualmente, a URL redireciona o usuário para o endereço kim.com/mega (tela acima). Segundo o anúncio, o Mega deve estrear no dia 20 de janeiro.
Segundo Dotcom, o novo serviço irá funcionar de maneira um pouco diferente do original, porém, ainda irá permitir a hospedagem de arquivos dos usuários.
Todos os arquivos carregados no serviço serão criptografados. Para desbloqueá-los após o download, será necessário o uso de uma senha. “Sem a nossa chave, tudo o que for enviado para o site permanecerá fechado e privado”, disse ele.
Ao criptografar os arquivos, seria impossível para o Mega conhecer seu conteúdo, o que lhe isentaria da responsabilidade de excluir dados protegidos por direitos autorais.
Ao mesmo tempo, Dotcom afirma que os estúdios de cinema e gravadoras terão um canal para denunciar links com conteúdo ilegal para remoção. Dessa forma, ele espera legitimar a operação do serviço.
Além do Mega, o empresário trabalha também no desenvolvimento de uma nova loja de música digital chamada Megabox. De acordo com seu plano de negócio, o artista ficaria com 90% das receitas das vendas enquanto à plataforma restaria os outros 10%.

Solto, fundador do Megaupload foi proibido de acessar a web

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , // 0 comentários
Kim Dotcom saiu da prisão e deve seguir cláusulas impostas pela justiça.
Pelas regras, helicópteros não poderão pousar na casa do executivo.

Fundador do Megaupload Kim Dotcom deixa tribunal depois de fiança ter sido concedida na Austrália (Foto: AFP)

Kim Dotcom, o fundador do Megaupload, foi solto da prisão diante do comprometimento que cumprirá uma série de regras, que incluem a proibição do acesso à internet.

O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos, foi fechado pelo governo norte-americano por suspeita de contribuir para a prática da pirataria.


Dotcom está entre os acusados de facilitar milhões de downloads ilegais e foi solto na quarta-feira (22). Os advogados de dele dizem que a empresa apenas oferecia armazenamento online e que ele nega veementemente as acusações.

O fundador do site foi preso na Nova Zelândia em uma operação no dia 20 de janeiro. As condições da soltura de Dotcom foram liberadas pelas autoridades do país, após pedido feito pela Associated Press.

Nos termos de sua fiança, Dotcom só pode sair de sua casa em Auckland para aparições aprovadas, como participações no seu julgamento e consultas médicas. Ele não pode entrar em contato com os outros executivos do Megaupload que também foram presos durante a operação na Nova Zelândia. Outra cláusula de sua liberação é helicópteros não podem aterrissar em sua casa.

Dotcom não teve que pagar nenhum valor monetário pela sua fiança. Ele tem uma audiência sobre sua possível extradição para os Estados Unidos agendada para agosto.

Fundador do Megaupload é solto após um mês sob custódia

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , // 0 comentários
Kim Dotcom foi solto depois do pagamento de fiança.
Site é um dos maiores que possibilitam compartilhamento de arquivos.

Fundador do Megaupload Kim Dotcom deixa tribunal depois de fiança ter sido concedida na Austrália (Foto: AFP)

O alemão Kim Dotcom, que tem residência na Nova Zelândia e também é conhecido como Kim Schmitz e Kim Tim Jim Vestor, foi preso em 20 de janeiro a pedido de autoridades norte-americanas, junto de outras três pessoas.

Segundo a acusação, Dotcom comandava um grupo que lucrou 175 milhões de dólares desde 2005 ao copiar e distribuir, sem autorização, músicas, filmes e outros conteúdos protegidos por direitos autorais.


Os advogados de Dotcom dizem que a empresa apenas oferecia armazenamento online e que ele nega veementemente as acusações.

No início deste mês, uma corte da Nova Zelândia negou recurso para Dotcom ser libertado sob pagamento de fiança, concordando com a promotoria sobre o risco de que ele pudesse tentar fugir antes da audiência para extradição.

Nesta quarta-feira, o juiz Nevin Dawson concedeu a fiança sob condições rigorosas, alegando que nenhuma nova evidência de recursos secretos foi encontrada.

Sites do governo polonês são atacados em protesto por acordo antipirataria

terça-feira, 24 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao ACTA

Tusk: 'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual'

Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.

Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.

O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.

'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.

Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.

Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE

Vídeo do Anonymous ameaça atacar Facebook; Twitter desmente

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
Mensagem marca ataque ao Facebook para sábado; pelo Twitter, parte do grupo nega que haverá uma ação.


O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.

Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.

De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.

Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).

Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.

Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:

Contra Sopa, Anonymous ataca sites no Brasil

// by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país

Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC) foram invadidos
Mesmo após o projeto antipirataria Sopa ser suspenso nos Estados Unidos, crackers do grupo Anonymous continuaram a deflagrar ataques contra sites como forma de protestar contra a censura na web.

Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país, em protesto contra o Sopa.

Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC), foram invadidos e tiveram sua página inicial substituída por um vídeo do Anonymous (veja a seguir) e um comunicado explicando as ações do grupo. O grupo também alega um ataque ao site da Microsoft Brasil, porém até o momento o site permanecia estável.

“Uma nova maneira de se relacionar com a cultura foi criada há muito tempo, porém, as empresas que dominam o mercado há muito tempo também não sabem lidar com isto e impõe seu método ultrapassado de comercialização de arte. Evoluir não é só na tecnologia, é também nas maneiras de se relacionar e de pensar. A informação seja arte ou não é um direito de todos”, diz o grupo em comunicado em vídeo.

Mesmo após retirar o projeto do Sopa de votação no legislativo americano, na última sexta-feira o FBI e a justiça dos Estados Unidos fecharam o site de compartilhamento Megaupload e deram início a um efeito cascata, e diversos sites do gênero já estão bloqueando o acesso de terceiros para evitar processos.

Apesar da pirataria, venda de música digital subiu em 2011

domingo, 22 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Londres - A venda de música digital aumentou 8% em 2011, apesar da crise e da incidência da pirataria, segundo o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), que ressalta que o mercado mundial da música digital já representa um terço do total (32%).

O setor de música digital está otimista, apesar de pedir medidas contra a pirataria
O documento, apresentado nesta segunda-feira em Londres, desenha um panorama positivo, apesar de, como advertiu o responsável executivo do IFPI, Frances Moore, 'é preciso fazer mais' para erradicar a pirataria que, junto com a crise, segue prejudicando a indústria.

Em alguns países, o negócio já ultrapassa a metade do consumo de música: 52% nos Estados Unidos, 53% na Coreia do Sul e mais de 70% na China.
Moore mostrou sua satisfação por estes progressos sem deixar de alertar contra os riscos de cair na 'complacência', destacando que os serviços digitais de música mais importantes estão presentes em pelo menos 58 países.
'A verdade é que as gravadoras estão criando um negócio para a música digital bem-sucedido, apesar do ambiente operacional', disse.
Nos EUA serviços inovadores foram lançados e novos mercados foram abertos em 2011, houve um crescimento dos smartphones e tablets e o site ilegal Limewire foi fechado, o que contribuiu para que 'o mercado se aproxime da senda do crescimento', apontou Moore.
Prova disso foi o fechamento da popular página de downloads MegaUpload e a prisão de quatro de seus executivos na última semana, ou a aplicação da lei Hadopi na França, que contempla campanhas de divulgação e sanções para os infratores.
A familiaridade dos usuários com os serviços legais de música digital é uma das boas notícias para a IFPI, assim como a busca de novas fórmulas comerciais para oferecer uma experiência melhore que a dos serviços ilegais
Outro fator importante foi a expansão do iTunes, maior loja virtual de entretenimento, que passou a estar presente em 58 países em 2011, assim como a do Spotify, popular serviço de música em 'streaming' que se expandiu para 12 mercados, e o aumento das vendas de discos digitais, que cresceu 19% nos EUA, 27% no Reino Unido e 71% na França. EFE

6 ataques poderosos orquestrados pelo Anonymous

sábado, 21 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Grupo hacktivistas é conhecido por retaliar virtualmente governos e grandes empresas que se manifestem contra a liberdade na internet

Grupo é conhecido por seus ataques virtuais contra governos e corporações que se manifestem contra a liberdade na internet.
São Paulo – “Somos guerreiros em prol da liberdade da internet”, é assim que os hacktivistas conhecidos como Anonymous se definem. Pouco se sabe sobre o grupo, mas tudo indica que tenha surgido de maneira mais organizada nos idos de 2008 e é composto por centenas de pessoas espalhadas por todo o planeta.

Dentro do grupo não existe figura de líder e nem regras, é bem provável que os participantes não saibam os nomes reais de seus companheiros. Os “anonymous” que compõem a legião de ativistas digitais agem de maneira coordenada na elaboração e execução de ataques virtuais contra grandes corporações e governos.

A noite de quinta-feira (19) entra para a história da era digital como um marco na incessante luta do governo americano contra a pirataria. O FBI conseguiu tirar do ar o Megaupload, serviço de hospedagens de arquivos na internet utilizado por mais de um bilhão de usuários. Além disso, foram presos os principais diretores da empresa, entre eles o fundador do site, o alemão Kim Schmitz, todos acusados de violação de direitos autorais.

Foi apenas uma questão de tempo até que o grupo Anonymous se manifestasse através do seu perfil no Twitter, anunciando a #OpPayback (operação vingança). Depois de publicar a expressão “tango down”, termo que no universo dos games sinaliza a eliminação de um alvo, os sites do FBI, Justiça americana, Universal Music Group, Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA) e também da Associação Cinematográfica (MPAA) saíram do ar.

Mas este foi apenas um de uma série de ataques assumidos pelo grupo nos últimos anos. Confira abaixo ocasiões recentes nas quais Anonymous mostrou o poder que tem de atormentar a vida de gente poderosa, e também criminosa, na internet.

Operação Darknet

O grupo alegou ter conseguido o IP, número usado por um computador para se conectar à internet, de visitantes de um site de pornografia infantil. Numa manobra virtual, conseguiram induzir que tais usuários baixassem uma suposta atualização de um software usado para ocultar a identidade na web. Na realidade, porém, tais usuários foram direcionados a um servidor controlado pelo Anonymous que armazenava o IP dos visitantes.


Operação Independência

O dia da independência no México ficou marcado por um grande ataque perpetrado pelo grupo aos sites de órgãos estatais do país. O motivo foi o de protestar contra a violência constante que atinge o país há anos. O terror tem origem no poder que os cartéis de droga detêm em território mexicano.

Ataque a Bolsa de Nova York

Em outubro passado, o Anonymous invadiu o site da New York Stock Exchange (NYSE), a poderosa bolsa de valores da Big Apple. O ataque foi realizado como apoio ao movimento Occupy Wall Street que na época havia acabado de montar acampamento na região sul de Manhattan. O Anonymous chegou a declarar guerra contra a entidade depois da prisão de manifestantes da ocupação.

Tango Down Apple!

Em julho do ano passado, o grupo invadiu um servidor da Apple e divulgou no twitter supostas senhas e nomes de administradores. A Apple armazena dados de cartões de créditos de milhares de clientes, mas o grupo não revelou dados desta sorte. O que poderia ter sido, no mínimo, embaraçoso para uma empresa de tecnologia. “A Apple poderia ser um alvo. Mas estamos ocupados”, dizia um tuíte do grupo seguido de um link para as informações coletadas.

Visa e Mastercard

Em 2010, em pleno calor da divulgação dos documentos secretos do exército americano pelo Wikileaks, estas duas empresas resolveram bloquear doações feitas para a organização. O resultado foi que, por algumas horas, as bandeiras Visa e Mastercard ficaram completamente fora do ar.

Anonymous ataca o site da sede da presidência francesa

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Durante uma busca no site do Palácio do Eliseu, era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo. Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal.

Um hacker mascarado manipula o site do Palácio do Eliseu

Paris - O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.

Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.

Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.

Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.

Anonymous divulga dados do diretor do FBI

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Ação do grupo Anonymous foi uma represália ao fechamento do Megaupload

O Anonymous divulgou informações do diretor do FBI, Robert Mueller, em diversas redes sociais.

O grupo revelou, basicamente, dados pessoais, como o endereço residencial e o nome de parentes, como filhas e esposa. O Anonymous também publicou o telefone residencial e o e-mail pessoal dos familiares.

A ação foi uma represália pelo fechamento do Megaupload, na quinta-feira passada. O site está sendo acusado pela justiça americana de compartilhar conteúdo protegido (como filmes e músicas) na internet. Seu criador, Kim Dotcom, foi preso na Nova Zelândia e pode ser extraditado a qualquer momento para os EUA.

Além do FBI, o Anonymous realizou uma série de ataques em outros pontos do planeta. Páginas do governo francês, que apoia a criação de leis severas para quem compartilha dados protegidos na web, ficaram fora do ar na madrugada do sábado.

No Brasil, o grupo, até o momento, atacou sites do governo do Distrito Federal e, também, da cantora Paula Fernandes – ela é contratada da Universal Music, gravadora que apoia o projeto Sopa (um conjunto de leis que endurece as penalizações para quem usa e compartilha conteúdo pirata).

Comissária europeia critica projeto americano contra pirataria

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos

Protestos contra lei provocaram esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet

Bruxelas - A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, mostrou nesta sexta-feira sua discordância sobre a atual versão do projeto de lei americano que pretende impedir a pirataria na internet, conhecido como SOPA.

'Estou feliz por existir uma mudança de tendência sobre SOPA: não necessitamos de uma lei ruim quando deveríamos defender os benefícios de uma rede aberta', declarou a comissária através do Twitter.

SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos que provocou esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet em sinal de protesto por sua suposta intenção de censura.

Além disso, horas depois de o FBI fechar o site de armazenamento e download de arquivos Megaupload e deter quatro de seus executivos por um suposto delito de pirataria, Kroes comentou em sua conta no Twitter que 'o excesso de velocidade também é ilegal: mas não coloque redutores na estrada'.

Segundo outro comentário publicado pela comissária através desta rede social, 'a regulação da internet deve ser efetiva, equilibrada e preservar os benefícios de uma rede aberta'.

O porta-voz de Kroes, Ryan Heath, disse em entrevista coletiva que o comentário da comissária sobre SOPA se refere ao 'que é necessário para que a internet funcione bem', e afirmou que Kroes não estava apenas se referindo ao projeto de lei americano.

Ele destacou que se há na internet um 'grande problema', é necessário que a resposta seja 'equilibrada'.

O porta-voz afirmou que a Comissão Europeia segue de perto os eventos nos Estados Unidos e que cada vez mais os temas digitais são agora assuntos políticos que foram generalizados.

Todos contra SOPA

// by Dikasnet // Marcadores: , , , // 1 comentários

Entre os opositores estão as principais empresas que atuam na Internet como o Facebook, Twitter, Google, Yahoo!, LinkedIn, Mozilla, Wikimedia, Zynga, Amazon, eBay, Reddit, 4chan e 9GAG. Também organizações de direitos humanos, como Repórteres Sem Fronteiras e Human Rights Watch. A empresa de registro de domínios Go Daddy inicialmente apoiou a proposta. O posicionamento atraiu fúria de seus clientes, levando-a reconsiderar o apoio.
Membros da administração do presidente estadunidense Barack Obama fizeram um anúncio online no qual dizem que não apoiarão legislações que reduzam a liberdade de expressão, aumentem o risco da ciber-segurança ou enfraqueçam a dinâmica e a inovação na Internet global.

Anonymous ataca sites do governo dos EUA após fechamento do Megaupload

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Após um breve período de silêncio, o grupo de hackers Anonymous voltou à ativa agora a noite..

Pouco tempo depois do Megaupload.com ter sido retirado do ar pelo FBI, acusado de pirataria, o grupo atribuiu a si os ataques que desativaram endereços da Justiça Americana, Universal Music, Associação Cinematográfica (MPAA) e da Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA).

O anúncio foi feito nas páginas do grupo no Twitter (@anonops e @youranonews), por volta das 19h. “O Governo derruba o #Megaupload? 15 minutos depois o #Anonymous derruba os sites do governo e das gravadoras”, diz um dos tuítes. “Vocês deviam ter previsto”, afirmaram em outro post.

O grupo também afirmou que a operação em curso, chamada de #OpMegaupload ou #OpPayback, é “o maior ataque já feito alguma vez pelo Anonymous”, com 5.635 participantes. Os hacktivistas estariam usando “Loic”, um programa de código aberto utilizado para ataques de negação de serviço DDoS.

E parece que a ação vai continuar – a intenção do grupo é ir atrás site do FBI. “Pegue pipoca… será uma noite longa e engraçada”, avisou o perfil que divulga e comemora os avanços da operação.

Fechado

O Megaupload.com, um dos dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, saiu do ar depois que o FBI indiciou seus funcionários por pirataria. Como parte da operação, foram presos quatro executivos responsáveis pelo site, e outros três diretores do endereço serão processados.

A acusação é de que o site lesou proprietários de direitos autorais em mais de US$ 500 milhões ao abrigar contéudo pirateado como filmes e músicas. Durante a noite, a página está fora do ar e não traz nenhum aviso sobre o motivo.

Atualização às 22h50

Após 3 horas de operação, o grupo hacker Anonymous foi bem sucedido em sua ofensiva contra o site do FBI, que finalmente foi derrubado por volta das 22h50 desta quinta-feira. Por enquanto não há novos alvos anunciados.

FBI fecha Megaupload e prende responsáveis pelo site

// by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Site de compartilhamento de arquivos é acusado de facilitar pirataria online de filmes e outros conteúdos.

O Federal Bureau of Investigation (FBI) fechou ontem o site de compartilhamento de arquivos Megaupload e prendeu quatro executivos responsáveis pela operação do site, sob a acusação de pirataria de conteúdo pela internet. Outros três executivos que estavam envolvidos com o site também serão processados pelo crime. Por enquanto, o site está fora do ar e não há nenhum aviso sobre o motivo.

Kim DotCom, um dos criadores do Megaupload
MegaUpload, site baseado em Hong Kong, é um dos mais populares sites para compartilhamento de arquivos. Os usuários podem fazer upload de documentos e de arquivos maiores, como vídeos, e permitir que outros internautas baixem o conteúdo de qualquer dispositivo conectado a internet. Muitos internautas à procura de filmes e músicas pirateadas baixam arquivos a partir do site e de outros similares.

De acordo com o FBI, quatro dos sete acusados já estão presos, enquanto aguardam a decisão da Justiça sobre os crimes. Ao mesmo tempo em que os executivos foram presos na Nova Zelândia, agentes do FBI buscaram servidores do MegaUpload em outras localidades e tiraram o serviço do ar. Em diversas ocasiões, os executivos responsáveis pelo serviço já se defenderam contra as acusações de promoção de pirataria. Eles afirmam que a maior parte do tráfego do site é legal.

De acordo com o documento divulgado pelo FBI, os negócios do MegaUpload relacionados a pirataria já renderam mais de US$ 175 milhões. No documento, o FBI chama a empresa de "uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva."

Um dos criadores do Megaupload, o alemão Kim Schmitz, mais conhecido como Kim DotCom, é uma figura conhecida entre hackers. Nos anos 1990, ele cumpriu dois anos de prisão na Alemanha por usar suas habilidades de programador para fraudar cartões de crédito.

Pirataria sob a mira do governo americano

A ação acontece um dia após o protesto contra os projetos de lei SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect Intellectual Property Act), que devem ser votados nas próximas semanas nos Estados Unidos. Se aprovadas, as novas leis colocarão regras rígidas para o compartilhamento de conteúdo online e dará poderes à Justiça dos EUA para fechar quaisquer sites suspeitos de pirataria na internet.

Megaupload para Universal: você tem algumas explicações a dar ?

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
Em sua apresentação de resposta de 18 páginas no Tribunal Distrital dos EUA para o Norte da Califórnia no início deste mês, não foi a primeira vez que disseram o motivo pelo qual Universal Music forçaram YouTube para remover Canção do mega Megaupload. A disputa entre as duas empresas virou polêmica na net, por ser um evento muito estranho. Em um novo documento, Megaupload deixa claro que não vai ser posta de lado. O cyberlocker quer respostas, e vai cavar fundo para pegá-los.


Início de dezembro, Megaupload de 'Song Mega estava a caminho de se tornar um hit viral , apenas para ser cortada a partir do YouTube por uma demanda Universal Music queda. Em resposta, Megaupload ajuizou ação contra a Universal e YouTube restabelecido o vídeo.

A base para a queda nunca ficou claro. Embora o YouTube indicou claramente que UMG tinha tomado a Canção mega a baixo por motivos de direitos autorais, a Universal mais tarde acrescentou que tinha um acordo com o YouTube para derrubar o conteúdo, mesmo que não viola os seus direitos. Isso, diz a empresa, permite que contornar quaisquer reclamações Megaupload faz contra ele sob o DMCA.

Notavelmente, entretanto, a Universal nunca disse exatamente por isso que teve o vídeo tirado do ar. Logo, no entanto, ele pode ter para.

Em uma nova ação judicial Megaupload disponibilizados para Dikasnet hoje, o serviço de hospedagem de arquivos deixa claro que ele vai para grandes esforços para descobrir exatamente o que vem acontecendo na Universal, YouTube, Vimeo e outras entidades envolvidas na mega Canção.

"Na sua oposição à [Ordem temporária cautelar], UMG nem sequer tentou defender a legitimidade das suas falsas alegações de posse do vídeo Megaupload", afirma o arquivamento Megaupload. O cyberlocker acrescenta que UMG fez várias afirmações que agora necessitam de esclarecimento para o caso de proceder corretamente.

A alegação UMG primeira é que processou Megaupload 'entidade' da UMG errado. Eles dizem que a UMG Recordings é a entidade correta, já que eles são os que lidam com o YouTube e outros serviços de vídeo de hospedagem.

Em segundo lugar, Megaupload quer chegar ao fundo da reivindicação da UMG que o pedido de quedas, que apresentou com o YouTube não foi feita sob o DMCA, mas como parte de um acordo histórico privado o rótulo tem com o YouTube.

A alegação UMG terceira é que eles não tinham nada a ver com quedas da Canção mega realizado em outros sites de vídeo como o Vimeo hospedagem.

Lamentando o fato de que nenhuma das reivindicações da UMG foram apoiadas por evidências ou testemunhas, Megaupload diz que agora precisa de fatos para avançar.

"Megaupload, portanto, respeitosamente solicita que o Tribunal lhe conferem deixar de tomar limitado mas essencial descoberta escrito ... sobre relações das Entidades UMG dos particulares com prestadores de serviços em relação às quedas do vídeo Megaupload e da identidade e da autoridade das pessoas ou entidades que solicitaram os desmontes , "a empresa escreve.

"Sem essa informação, Megaupload não será capaz de determinar qual a entidade UMG instruído YouTube para remover o vídeo Megaupload, o que outros, não-UMG pessoas podem ter tão instruído YouTube, e em cujo nome, por que razão, e sob que autoridade a remoção foi procurado.

"Além disso, como UMG negou o envio de nota-se a outros prestadores de serviços, intimações para todos os fornecedores de tais que levaram para baixo o vídeo é o meio adequado para determinar a parte fazê-lo", acrescenta o arquivamento.

Pode haver pouca dúvida de que manter o nome Megaupload nas notícias é algo que a Universal deveria ter previsto quando eles tomaram a Canção mega baixo. Agora, se o objetivo era fechar o Megaupload e diminuir a sua campanha, eles falharam. Na hora de escrever os padrões e versões HD da canção ter perto de 13,7 milhões combinados de visualizações no YouTube.

Mas talvez pior ainda, a Universal parece ter habilitado um arqui-inimigo para tomar o terreno moral alta na guerra o seu 'site desonestos "a propaganda e é por isso que este processo de descoberta será tão interessante.

Não Universal tem um ás na manga, ou foi a queda Canção mega simplesmente uma ação terrivelmente mal concebido, instintiva, e exclusivamente destrutivo? Nós todos vamos descobrir em breve.

A Universal Music censura cancao megaupload, que fica marcada como "Selo Vermelho"

sábado, 17 de dezembro de 2011 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
Hoje cedo, Megaupload divulgou um vídeo pop com artistas mainstream que endossam o serviço cyberlocker. A canção foi bem comentada no twitter, mas já foi removido do YouTube por razões de direitos autorais pela Universal Music. Kim Dotcom diz que Megaupload é dono de tudo no vídeo, e que o rótulo tenha se envolvido em truques sujos em uma tentativa de sabotar a sua campanha viral bem sucedida.

Esta manhã, publicou um artigo sobre uma nova campanha por cyberlocker serviço Megaupload .

O fundador Kim Dotcom no TorrentFreak disse que ele tinha encomendado uma música do produtor Printz Board apresentando artistas enormes incluindo P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys, Kanye West, Snoop Dogg, Chris Brown, The Game e Mary J Blige. Estes e outros gritavam os louvores do Megaupload.

Por esta tarde #megaupload foi tendência no Twitter que a notícia da disseminação da música. Interesse surpresa foi tão grande; Megaupload é descrito como um site desonestos pela RIAA e aqui estão alguns dos artistas seus rótulos principais «promover o serviço da maneira mais eficiente possível - através de uma canção.

E então, apenas um pouco atrás, a música parou . Os visitantes do YouTube, esperando para ouvir a música mega foram recebidos com a seguinte mensagem.


Mas o Dikasnet o trouxe de volta:



O Dikasnet imediatamente em contato com Kim para descobrir o que estava acontecendo.

"Esses criminosos UMG. Eles estão enviando avisos de remoção ilegítimos para conteúdo que não é seu ", ele nos disse. "Truques sujos em um esforço para parar a nossa campanha enorme sucesso viral."

Então, se Universal tem direito nenhum de emitir YouTube com um aviso de queda? Amostras não apurados, alguma coisa?

"Mega é dono de tudo neste vídeo. E nós temos assinado acordos com cada artista em destaque para esta campanha ", disse Kim ao Dikasnet.

"A UMG fez algo ilegal e injusto, informando qualquer conteúdo Mega de ser infrator. Eles não tinham direito de fazer isso. Reservamo-nos o direito de tomar as medidas legais. Mas nós gostaríamos de dar-lhes a oportunidade para pedir desculpas. "

"A UMG é tal rótulo um ladino", acrescentou Kim, inteiramente apreciar a ironia.

Poucos minutos após esta troca Kim contactaram-nos com boas notícias. Após a apresentação de uma queda YouTube disputa de direitos autorais, o vídeo foi reintegrado. Mas, infelizmente, poucos segundos depois, ele foi levado para baixo de novo.

"Entramos com uma disputa, o vídeo voltou online e agora está bloqueada novamente por UMG eo sistema automatizado YouTube ameaçou bloquear a nossa conta de reincidência", explicou Kim.

Dikasnet falou com Corynne McSherry, Diretor de Propriedade Intelectual na FEP, que diz que esse tipo de abuso de direitos autorais não é nada novo.

"Esta parece ser mais um exemplo do tipo de abuso queda que vimos nos termos da legislação existente - e uma outra razão por que o Congresso deve rejeitar profundamente os amplos poderes novos contemplados nas contas de lista negra da Internet, aka IAD / PIPA .

"Se os titulares de direitos de IP não pode ser confiável para usar as ferramentas já à sua disposição - e eles não podem - não devem ser dando-lhes novas formas de expressão on-line e sufocam a criatividade", conclui McSherry.

Sherwin Siy, diretor jurídico adjunto Public Knowledge , teme que este tipo de poder arrebatador só seria aumentada com a chegada do projeto de lei anti-pirataria IAD em os EUA.

"Se UMG derrubou um vídeo que não tem direitos, então o que temos aqui é exatamente o tipo de abuso que descuidados, detentores de direitos autorais com excesso de zelo, ou mal-intencionado pode criar, abusando de uma lei de queda," ele nos disse.

"O que torna isso ainda pior é que a UMG, entre outros, está se esforçando para expandir o seu poder para fechar as pessoas para baixo por decreto-SOPA permite que os titulares de direitos de-fundo sites inteiros com o mesmo tipo de demanda não analisado que removeu este vídeo", ele conclui.

Kim Megaupload da Dotcom nos informa que ele apresentou agora uma notificação internacional contra o YouTube, informando-lhes que a UMG não tem direito a nada no vídeo e que o rótulo abusaram do sistema queda YouTube para sabotar o negócio da empresa.

"É ridículo como UMG está abusando de seus poderes de intervenção no sistema do YouTube para parar a nossa campanha legítima. Eles estão deliberadamente sabotando esta campanha viral. Eles possuem nenhum direito a esse conteúdo ", Kim insiste.

"O que UMG está fazendo é ilegal. E essas são as pessoas que estão chamando desonestos mega? Loucura! "
Efeito Streisand , aqui vamos nós novamente.

Update: "O fato de que essa expressão poderia ser silenciado por uma grande gravadora - sem qualquer violação aparente - deve ser seriamente preocupante para quem se preocupa com os direitos dos artistas da fala", diz Casey Rae-Hunter, Vice-Diretor, da Coligação Futuro Music. "Se isso pode acontecer com Snoop Dogg e outros, pode acontecer a qualquer um."

Stop Online Piracy Act

quarta-feira, 26 de outubro de 2011 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários


Hoje dia 26 de outubro de 2011 o SOPA foi apresentado por um grupo bipartidário de legisladores ao Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes. Os principais autores do projeto são Lamar S. Smith, John Conyers, Bob Googlatte e Howard Berman.
O comitê realizou audiências nos dias 16 de novembro de 15 de dezembro do mesmo ano e agendou a continuação dos debates para janeiro de 2012.

O que é SOPA ?
O Stop Online Piracy Act (em tradução , Lei de Combate à Pirataria Online), abreviado como SOPA, é um projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos de autoria do representante Lamar Smith e de um grupo bipartidário com doze participantes. O projeto de lei amplia os meios legais para que detentores de direitos de autor possam combater o tráfico online de propriedade protegida e de artigos falsificados.


Conteudo:A lei autorizaria o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e os detentores de direitos autorais a obter ordens judiciais contra sites que estejam facilitando ou infringindo os direitos de autor ou cometendo outros delitos e estejam fora da jurisdição estadunidense. O procurador-geral dos Estados Unidos poderia também requerer que empresas estadunidenses parem de negociar com estes sites, incluindo pedidos para que mecanismos de busca retirem referências a eles e os domínios destes sites sejam filtrados para que sejam dados como não existentes.


Defensores:As grandes empresas de entretenimento dos EUA são as que apoiam o projeto, entre elas: The Walt Disney Company, Universal Music Group, Motion Picture Association of America, Recording Industry Association of America, Wal-Mart, Toshiba, Time Warner e CBS entre outras.


Os downloads vão acabar !? O que são artigos falsificados !? A internet não será mais livre !?

Só o tempo vai responder a estas perguntas. Aguardamos até janeiro para saber mais informações.

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