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Kim Dotcom anuncia endereço do novo Megaupload

quinta-feira, 1 de novembro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , // 0 comentários
Novo serviço para o compartilhamento de arquivos deve estrear no dia 20 de janeiro.

Kim Dotcom: fundador do Megaupload afirma que os estúdios de cinema e gravadoras terão um canal no novo serviço para denunciar links com conteúdo ilegal para remoção.
O fundador do Megaupload, Kim Dotcom, anunciou, por meio de sua conta no Twitter, o endereço de seu novo serviço para compartilhamento de arquivos, o Mega.

Dotcom registrou o domínio http://me.ga para a nova empresa. Atualmente, a URL redireciona o usuário para o endereço kim.com/mega (tela acima). Segundo o anúncio, o Mega deve estrear no dia 20 de janeiro.
Segundo Dotcom, o novo serviço irá funcionar de maneira um pouco diferente do original, porém, ainda irá permitir a hospedagem de arquivos dos usuários.
Todos os arquivos carregados no serviço serão criptografados. Para desbloqueá-los após o download, será necessário o uso de uma senha. “Sem a nossa chave, tudo o que for enviado para o site permanecerá fechado e privado”, disse ele.
Ao criptografar os arquivos, seria impossível para o Mega conhecer seu conteúdo, o que lhe isentaria da responsabilidade de excluir dados protegidos por direitos autorais.
Ao mesmo tempo, Dotcom afirma que os estúdios de cinema e gravadoras terão um canal para denunciar links com conteúdo ilegal para remoção. Dessa forma, ele espera legitimar a operação do serviço.
Além do Mega, o empresário trabalha também no desenvolvimento de uma nova loja de música digital chamada Megabox. De acordo com seu plano de negócio, o artista ficaria com 90% das receitas das vendas enquanto à plataforma restaria os outros 10%.

FBI e países europeus prendem cinco suspeitos de envolvimento com grupos de hackers

terça-feira, 6 de março de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , // 0 comentários


A operação internacional prendeu cinco pessoas, que são suspeitas de fazer parte de dois dos mais conhecidos grupos de hackers do mundo. Um dos integrantes de destaque do grupo era informante do FBI.

Google Play, a nova loja de mídias e aplicativos do Google

// by Dikasnet // Marcadores: , , // 0 comentários
O Google inaugurou o Google Play, sua nova loja de aplicativos e mídias, nesta terça-feira (06/03). A medida dará fim à antiga marca Android Market, trazendo, além do reposicionamento sobre os produtos vendidos na loja, algumas mudanças visuais.

Foto de divulgação.

O Android Market sofreu algumas grandes mudanças de um ano para cá. Quando começou - e até pouco tempo atrás ainda era assim -, vendia apenas aplicativos para o sistema operacional móvel Android. Após o lançamento do Android 3.0, começou também a ofertar e-books, música e vídeos.

Com o crescimento da marca, os executivos do Google começaram a achar que o nome "Android Market" restringia suas pretensões e expectativas sobre o futuro do produto, "estragando" a oferta que eles realmente desejam entregar aos seus usuários. Por isso, a partir de hoje (06/03) todos os serviços de mídias digitais e aplicativos do Google foram agregados em uma única - e nova - marca: "Google Play".

O nome, cujo registro havia sido detectado por outras mídias anteriormente, estava cotado para ser usado no suposto novo tablet da empresa, com a mesma proposta da linha Nexus de smartphones Android.

A página principal da nova loja de mídias do Google (Foto: Reprodução)

O Google investiu tempo e recursos para transformar o Android Market em um hub de mídias digitais multiplataforma. O problema é que o "Android" de seu nome fazia o público geral acreditar que para alugar filmes, comprar músicas ou folhear e-books era necessário possuir um dispositivo Android. Por isso, a ideia acabou não tendo uma boa adesão. Com a mudança para o nome Google Play, a empresa passará a exaltar que existem diversos meios de se acessar esse conteúdo. As músicas, os vídeos e os livros são armazenados na nuvem do Google, e podem ser acessados pelo próprio navegador.

Para ver o Google Play, basta acessar https://play.google.com/.

Mudanças visuais, novos nomes, novos jeitos de se consumir

O novo nome, como era de se esperar, também trará algumas mudanças cosméticas, dando mais ênfase ao consumo de mídias pelo computador. Para começar, o site do Android Market foi melhorado para dar mais exposição às outras mídias que o Google oferece.

Além disso, com a unificação do Google Play a antiga loja do Google Music foi integrada ao serviço. A nuvem, onde são guardados seus arquivos de música não comprados no sistema, ainda estará acessível, mas será usada também para guardar informações sobre suas compras na loja - antes restrita às músicas e agora válida também aos vídeos, e-books, e quaisquer outras mídias que eventualmente eles passem a vender.

Outro detalhe sobre essa nuvem é que todas as músicas guardadas no Google Play estarão disponíveis não somente nos telefones e tablets com Android, mas também no computador. Como no Google Music, o serviço não sincronizará nada com os seus dispositivos. Tudo será acessado via streaming. Entretanto, caso você queira acessar as músicas sem usar a rede (offline), basta marcar seus favoritos. Somente assim ele fará uma "sincronização", guardando os arquivos para que você os acesse de qualquer lugar posteriormente.

Falando ainda dos celulares e tablets Android, o ícone e o aplicativo Android Market ganhará o novo nome. Dentro, o catálogo de livros, filmes e canções também terá uma nova roupagem, com mais ênfase às mídias. E para não cair em confusão com o aplicativo de músicas oficial do sistema, o player será renomeado para "Google Music Play". As atualizações já estão sendo feitas, e devem aparecer nos dispositivos com Android ao longo da semana.


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Resumo do que foi a Operação Semana de Pagamento, mais conhecida como #OpWeeksPayment

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários



As contas dos clientes não foram violadas, mas páginas apareciam em branco ou com uma mensagem de erro. Na segunda-feira, o site do Itaú saiu do ar por alguns instantes. Na terça-feira, foi o Bradesco. Na quarta, o Banco do Brasil, na quinta-feira o HSBC e hoje o Citybank.

Até a página do Banco Central apresentou instabilidade na sexta-feira. Em todos os dias, um usuário chamado "Anonymus Brasil" postou mensagens no Twitter avisando sobre a ação. O nome representaria um grupo de hackers que planejou o boicote como um protesto contra a corrupção e a desigualdade social.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos, Febraban, a falha do acesso aos sites não tem relação com o grupo de hackers. Para os clientes dos bancos que vivenciaram o problema, uma notícia tranquilizadora: especialistas em segurança afirmam que o que aconteceu não foi uma invasão mas uma ação conjunta para sobrecarregar o sistema.

 Ouça entrevista exclusiva feita no dia 01/02/2012 as 19:04 com hacker do @AntiSecBRTeam



Uma atenção na web nesta semana. Intitulada de #OpWeeksPayment — por esta ser a semana em que os salários são pagos —, a ação é conduzida por hackers brasileiros que se dizem integrantes do grupo internacional Anonymous, que já derrubou sites importantes pelo mundo, como os do FBI e da CIA.
O ataque começou com o site do banco Itaú na segunda-feira, que ficou fora do ar durante três horas, segundo o perfil do grupo no Twitter (@AntiSecBRTeam). Na terça e nesta quarta-feira, as páginas do Bradesco e do Banco do Brasil, respectivamente, ficaram inacessíveis ou muito lentas durante alguns momentos. Os bancos não confirmaram o ataque e disseram apenas terem notado um excesso no volume de acessos.
Em entrevista ao Estado (ouça o áudio acima), um hacker que assina como “Bile Day” afirmou que o objetivo não é roubar dinheiro dos correntistas. “Não somos crackers (hackers que cometem crimes), não usamos nosso conhecimento para roubar dinheiro. Em nossos ataques deixamos apenas o site inacessível”. [As perguntas foram enviadas por e-mail; parte das respostas foi gravada em áudio e outra foi escrita em e-mail.]
Segundo ele, a ação tem o objetivo de “afetar a população”, pois os ataques a sites de governo “não estavam surtindo muito efeito”. Páginas vinculadas ao governo do distrito federal (com o domíniodf.gov.br), governo paulista (sãopaulo.sp.gov.br) e Tribunal de Justiça de São Paulo  tj.sp.gov.br) foram também derrubadas na semana passada. A ideia é chamar a atenção para a causa do Anonymous. “Nós nos posicionamos contra corrupção, desigualdade e etc…”, escreveu.
Quando questionado sobre o porquê de afetar a população, o hacker diz que eles seriam conhecidos só se realizando ataques desse tipo — a sites que tenham “impacto direto na vida das pessoas”.  “Sim, pois a população é muito acomodada (…)”. As pessoas, para ele, não estão reagindo.  “Então, decidimos tomar medidas mais extremas para isso. Irão nos conhecer pelo amor ou pela dor.” Os próximos alvos seriam Santander e Caixa.
O perfil @AntiSecBRTeam é um entre uma dezena de perfis, do Brasil e do exterior, que se diz parte do grupo Anonymous. “Anonymous é uma ideia, Anonymous não tem líder, qualquer um pode ser Anonymous”, diz o hacker. O movimento no País seria conduzido, segundo ele, por @iPiratesGroup@LulzSecBrazil,@AnonBRNews e @AntiSecBrTeam (perfis no Twitter). Mas o perfil @PlanoAnonBR, que também se vincula ao Anonymous, chegou a afirmar que o ataque não era uma ação coletiva do grupo. Parece haver uma briga em torno da bandeira Anonymous.
Segurança
Não é de hoje que sites são derrubados dessa forma. Desde o início dos anos 1990, isso ocorre, lembra o professor da Escola Politécnica da USP Marcelo Zuffo. Em geral, usa-se o método da distribuição de ataque por negação do serviço (Ddos, na sigla em inglês) para tirar o site do ar. Assim, bombardeia-se uma página com milhões de acesso simultâneos, até que ele fique lento e inacessível.
Isso pode ser feito por meio de inúmeros computadores infectados, que poderiam ser programados para acessar um site ao mesmo tempo, ou pela invasão em grandes servidores, explica o professor.
“A novidade é que, dessa vez, o movimento tem uma conotação de ativismo que não havia no passado”, diz Zuffo. O ataque aos sites do governo paulista e do Tribunal de Justiça, por exemplo, era, para os hackers, uma resposta à ação da polícia na comunidade de Pinheiro, no interior de São Paulo.  Ao atacar as páginas, eles publicavam no Twitter mensagens com a hashtag #OpPinheiro, acompanhada de “tango down”, que vem do inglês “target down” (alvo atingido).
O problema, segundo Zuffo, está nos transtornos que tais ataques trazem para a sociedade. “Como se trata de garotos, muitos são inconsequentes. Para muitos deles, brigar pela causa é mais importante que qualquer outra coisa.” O professor conta que já chegaram a invadir uma base de dados de saúde (sem dizer os autores).
Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban)  informou que trabalha pela aprovação de uma lei específica que criminalize os ataques e fraudes eletrônicas. A entidade também disse que “as instituições financeiras dispõem de mecanismos e contingências capazes de inibir eventuais ataques como os supostamente seriam tentados contra os bancos.”
Nesta semana, o Procon orientou os internautas a procurar outras formas de acessar a conta corrente, como telefone, caixas eletrônicos e agências bancárias. Segundo o órgão, ainda não foi registrado nenhum caso de um ataque que tenha movimentado recursos financeiros.
“A principal recomendação é que a pessoa acompanhe bem de perto a sua conta, por meio de extratos”, diz Carlos Coscarelli, assessor do Procon-SP. “A qualquer sinal de alteração, o internauta deve entrar em contato imediatamente com o banco.” Segundo Coscarelli, a responsabilidade de manter a segurança dos serviços online é do banco. 

Hackers derrubam site do banco HSBC, em sequência de ataques

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
Seguindo uma sequência de ataques planejados a instituições bancárias, hackers usaram o Twitter para assumir a responsabilidade de um novo ataque de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês para distributed denial of service), ao site do banco HSBC do Brasil, na manhã desta quinta-feira. Intituições como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil foram alvos desde a última segunda-feira. Os sites voltaram ao ar horas depois.

Por volta das 10h41min os perfis @AnonBRNews e AntiSecBrTeam anunciaram em um post no microblog:

“Atenção marujos: alvo atingido! O HSBC está à deriva! Tango Down!", escreveram, usando a tralha #OpWeeksPayment, nome dado à operação contra bancos.

Quem tentava acessar o site do HSBC era recebido por uma página em branco ou por um site "carregado aos pedaços", sem que seus serviços pudessem ser acessados. Páginas internas do sites também foram prejucadas e o acesso interrompido.

Às 11h56min, também no Twitter, o perfil @AnonBRNews publicou: "Bônus: HSBC Nacional e Internacional estão a dançar o mesmo tango", em uma brincadeira em referência ao termo que usam quando um site sai do ar, "Tango Down".



"Estamos enfrentando dificuldades técnicas no site corporativo www.hsbc.com, que está temporariamente fora do ar. Estamos trabalhando para resolver o problema e pedimos desculpas por qualquer inconveniência", disse um porta-voz do HSBC em Londres, durante a manhã.
Por volta das 13h40 o site do HSBC no Brasil voltou ao ar. O site internacional ficou estável por volta das 14h10min. Às 16h18min, os sites voltaram a enfrentar problemas que logo foram resolvidos e o acesso normalizado.

Em nota, o HSBC informou que seu site "estava apresentando um volume de acessos acima do esperado" e que o banco estava trabalhando para normalizar o serviço de bankline. Ainda de acordo com a instituição, clientes podem usar outros canais alternativos de atendimento como caixas eletrônicos e telefone se sentirem dificuldades.

O "grupo", que não tem liderança e é formado por simpatizantes do movimento Anonymous, diz lutar contra desigualdade social no Brasil e derruba sites para chamar a atenção para a suas causas - ações que geram polêmica no microblog desde o início da semana.
Em um cronograma anterior divulgado pelos hackers, o alvo desta quinta-feira seria a Caixa Econômica Federal, que permaneceu com seu site no ar durante todo o dia. Na manhã de quarta-feira, o banco disse que estava atento às ocorrências dessa semana e "intensificou suas ações de defesa tecnológica".

Nesta quinta não houve tentativa de ataques, disse a assessoria de imprensa da Caixa. Já o banco Santander, que não foi atacado, afirmou em nota que "está ciente da ameaça e está monitorando seus sistemas” para evitar maiores danos.

A tática usada pelos hackers faz com que uma grande quantidade de computadores-zumbis (máquinas controladas remotamente) tentem milhões de acessos simultâneos ao alvo, sobrecarregando o servidor e fazendo o site sair do ar, temporariamente. A previsão é de que um site de banco seja atacado por dia, ficando fora do ar por até 12 horas, dizem as mensagens espalhadas na internet.

Mensagens tentam desvincular Anonymous dos ataques

Desde que os ataques a bancos começaram a gerar reclamações, mensagens desvinculando o Anonymous da 'semana hack' contra instituições bancárias começaram a circular. Usuários de internetbank têm questionado as atitudes dos hackers e, preocupados com o atraso do pagamento de contas, disparam críticas a todo momento no Twitter.

Uma mensagem publicada na página de Facebook 'Plano Anonymous Brasil' diz que os ataques a bancos que estão acontecendo desde a última segunda-feira não são uma ação do coletivo hacker Anonymous - envolvidos em manifestações de hackativismo em várias parte do mundo, inclusive no Brasil.

"O Anonymous não tem como alvo a sociedade, os prejudicados por esta ação são, única e exclusivamente, os cidadãos", diz o texto que reconhece que a primeira semana do mês, período de volta as aulas e de pagamentos, se tornou caótico para algumas pessoas que precisaram usar serviços bancários on-line.

"Conhecemos as mazelas do sistema econômico vigente no mundo inteiro, mas não é atacando um serviço utilizado por um cidadão pai de família ... que se faz um bem de qualquer gênero à sociedade", afirma a mensagem.

O texto diz ainda que perfis de Twitter de nome @AntisecBrTeam, @iPiratesGroup e @Lulzsecbrazil são, declaradamente contra o Anonymous, e estão executando os ataques como tentativa de desmoralizar os ideias do coletivo hacker.

Em junho de 2011, o grupo ativista Lulz Security (LulzSec), que teria um braço brasileiro (Lulzsecbrazil), assumiu a responsabilidade por derrubar o site da CIA (Agência Central de Inteligência, dos EUA). Na ocasião, o grupo anunciou que estava se unindo forças ao Anonymous. Os dois grupos de hackers estrangeiros se comunicaram abertamente via Twitter sobre a união e as atividades conjuntas.

No Brasil, não foi diferente, os grupos diziam agir juntos na tentativa de derrubar sites do governo, no mesmo período.

Anonymous Brasil na Rede TV!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
Os @AnonBRNews bateram um papo com Rete TV! O conteúdo dessa conversa vai ser visto hoje as 21:15 na própria Rede TV!

Irão falar com certeza sobre assunto #OpWeeksPayment (operação semana de pagamento)
que esta rolando na net e atormentado os sites dos bancos brasileiros.

Banco do Brasil é atingido pela onda de ataques de hackers

// by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários


Dessa vez a vítima foi o Banco do Brasil, que teve seu site invadido por hackers. Um grupo anônimo, publicou em seu microblog que foram eles os responsáveis pelos ataques.

Os bancos Bradesco e Itaú também tiveram problemas com os acessos em suas páginas na internet, mas negam que os sistemas tenham sido invadidos.

Em entrevista ao Jornal do SBT, o grupo já havia informado que o próximo alvo seria o Banco do Brasil:

+ "Anonymous" dizem que invasões têm "fundamento político"

Anonymous dizem que invasões têm fundamento político - @AnonBRNews

// by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários


Integrantes do grupo conversaram com o Jornal do SBT, pela internet.

Depois do Itaú, o site do Bradesco foi alvo do grupo de hackers. Os bancos negaram que tenham sido atacados.

O site do Bradesco ficou em branco pela manhã desta terça-feira. O grupo conhecido como "Anonymous" assumiu a autoria da invasão e pelo Twitter postou a mensagem: "Atenção marujos! alvo atingido. O bradesco.com.br está à deriva!".

O banco negou que o site tenha sido atacado. Disse que houve apenas um volume de acessos acima da média.

O grupo Anonymous também assumiu o ataque ao Itaú na segunda-feira. Mas o banco também não confirmou a invasão.

Em nota, a Febraban, Federação Brasileira de Bancos, informou que as instituições têm como se defender de eventuais ataques.

Recentemente, hackers também causaram uma pane no site do FBI, a Polícia Federal Norte-americana.

Os ataques começaram como uma represália a decisão do governo dos Estados Unidos de acabar com o site Mega Up-Load, acusado de promover a pirataria na internet.

Os ataques prometiam deixar sites de bancos 12 horas fora do ar. Mas duraram poucos minutos. Na verdade, não foram invasões e sim um número programado de acessos acima do normal, o que sobrecarrega o sistema.

Talvez você não saiba, mas o seu computador pode estar sendo usado para isso por um hacker.

Um centro de pesquisas e uma empresa de antivírus da Bélgica apontaram o Brasil como um dos países menos preparados para os ataques cibernéticos. nenhuma das 23 nações avaliadas recebeu a nota máxima que é cinco.

Brasil, Índia e Romênia ficaram com 2,5. Os países que tiveram a melhor classificação foram Israel, Finlândia e Suécia, com 4,5.

O Jornal do SBT falou, via Skype, com alguns integrantes do grupo Anonymous. Eles disseram que são trabalhadores e não hackers.

"Não fazem fraude. São profissionais de sistema". E avisaram que as invasões seguem nesta quarta-feira. O Alvo é o "Banco do Brasil".

Para quem costuma fazer operações bancárias pela internet no Brasil, não há motivo para pânico.

Segundo o pesquisador da CTS/FGV, Pedro Augusto Francisco, "não há necessidade de temor que os dados sejam roubados. Esse tipo de ataque é uma manifestação política, ele não é uma invasão. É uma sobrecarga. Não há nada do banco ali ou daquelas pessoas sendo violada".

+ Banco do Brasil é atingido pela onda de ataques de hackers

Após Itaú, site do Bradesco fica fora do ar

terça-feira, 31 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários

Usuários encontraram problemas para acessar a página virtual do Bradesco ao longo de vários momentos hoje desde o período da manhã. O problema com a página virtual acontece no mesmo dia em que o grupo de hackers Anonymous Brasil anunciou um ataque ao site da instituição.

Segundo o banco, o problema foi de intermitência decorrente do excesso de visitas. "O site do Bradesco apresentou momentos de intermitência, com volume de acessos acima da média, mas não chegou a ficar fora do ar", diz comunicado de uma linha emitido pelo banco. O comunicado não explica a origem do excesso de tentativas de acesso ao site -- se partiu do grupo de hackers ou de clientes.

A instabilidade virtual acontece no dia em que o Bradesco divulga os resultados do quarto trimestre do ano passado e do consolidado para 2011.

Ontem o site do Itaú Unibanco também ficou fora do ar durante diferentes momentos do dia, mas o banco também não vinculou o problema à ação do grupo de hackers.

Entretanto, o presidente da unidade brasileira do banco Santander, Marcial Portela, disse em encontro com jornalistas esta manhã que desde a semana passada a instituição já tinha conhecimento das ameaças. "Estamos preparados desde a semana passada porque já havia suspeitas de ataque", disse Portela. O banco espanhol também divulgou hoje os resultados referentes ao quatro trimestre do ano passado e o consolidado para o ano.

Ontem o grupo de hackers informou em sua página no Twitter e no Facebook que a operação contra diferentes instituições financeiras será realizada ao longo desta semana, em uma operação identificada como #OpWeeksPayment.

De acordo com o Anonymous Brasil, cada dia desta semana será destinado ao ataque à página de um banco diferente. O grupo diz que os ataques são um protesto contra a corrupção e a injustiça social.

Santander se prepara para ataque de hackers

Banco toma previdências na semana que o grupo Anonymous prometeu atacar um banco por dia.

O primeiro alvo dos ataques foi o Itaú.
O alvo hoje teria sido o Bradesco. 
O próximo pode ser o Santander
O Santander vem desde a semana passada reforçando a segurança de sua página na internet. "Ficamos sabendo da ameaça de ataques de hackers e estamos monitorando", disse o presidente do banco espanhol, Marcial Portela, em entrevista a imprensa para comentar o balanço da instituição.

Ontem, o grupo Anonymous anunciou pelas redes sociais que atacaria um site de banco brasileiro por dia nesta semana. O primeiro alvo foi o Itaú. O alvo hoje teria sido o Bradesco.

Site do Itaú sai do ar, e hackers do Anonymous reclamam autoria de ataque

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Ação foi feita pelo grupo, segundo eles, como protesto à corrupção no Brasil


O grupo de hackers Anonymous derrubou o site do banco Itáu agora segunda-feira (30/01/12) , em uma série de ataques que estão fazendo como protesto na rede.

Com a tag #OpWeeksPayment, eles anunciaram no perfil oficial do grupo no Twitter que fariam o ataque. Logo depois, o site do banco saiu do ar.

A queda nos serviços deveria durar 12h, segundo a previsão dos hackers.

O Dikasnet entrou em contato com o Itaú Unibanco para perguntar sobre o suposto ataque. O banco admite a indisponibilidade de seus serviços nesta segunda-feira, mas ressalta que a normalidade foi retomada e que os demais canais eletrônicos estavam funcionando para as operações dos clientes. 

Por volta das 16h, o site já estava funcionando.

Não é o primeiro ataque do tipo que fazem. Pelo contrário: na semana passada, na quarta-feira (25), derrubaram a página do Governo de São Paulo, entre outras.

A motivação dos ataques é sempre sociopolítica - dessa vez, o alerta, segundo eles, é contra a corrupção.

Sites do governo polonês são atacados em protesto por acordo antipirataria

terça-feira, 24 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao ACTA

Tusk: 'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual'

Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.

Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.

O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.

'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.

Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.

Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE

Vídeo do Anonymous ameaça atacar Facebook; Twitter desmente

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , , // 0 comentários
Mensagem marca ataque ao Facebook para sábado; pelo Twitter, parte do grupo nega que haverá uma ação.


O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.

Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.

De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.

Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).

Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.

Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:

Contra Sopa, Anonymous ataca sites no Brasil

// by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país

Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC) foram invadidos
Mesmo após o projeto antipirataria Sopa ser suspenso nos Estados Unidos, crackers do grupo Anonymous continuaram a deflagrar ataques contra sites como forma de protestar contra a censura na web.

Nesta tarde, o grupo iPirates Group, braço do Anonymous no Brasil, deu início a uma série de ataques Deface (pichações em sites legítimos) em páginas hospedadas no país, em protesto contra o Sopa.

Até o momento sites como a OAB de Varginha, da CIESP de Limeira e dos deputados Heroilma (PTB-SP) e Onofre Agostini (PSD-SC), foram invadidos e tiveram sua página inicial substituída por um vídeo do Anonymous (veja a seguir) e um comunicado explicando as ações do grupo. O grupo também alega um ataque ao site da Microsoft Brasil, porém até o momento o site permanecia estável.

“Uma nova maneira de se relacionar com a cultura foi criada há muito tempo, porém, as empresas que dominam o mercado há muito tempo também não sabem lidar com isto e impõe seu método ultrapassado de comercialização de arte. Evoluir não é só na tecnologia, é também nas maneiras de se relacionar e de pensar. A informação seja arte ou não é um direito de todos”, diz o grupo em comunicado em vídeo.

Mesmo após retirar o projeto do Sopa de votação no legislativo americano, na última sexta-feira o FBI e a justiça dos Estados Unidos fecharam o site de compartilhamento Megaupload e deram início a um efeito cascata, e diversos sites do gênero já estão bloqueando o acesso de terceiros para evitar processos.

Apesar da pirataria, venda de música digital subiu em 2011

domingo, 22 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Londres - A venda de música digital aumentou 8% em 2011, apesar da crise e da incidência da pirataria, segundo o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), que ressalta que o mercado mundial da música digital já representa um terço do total (32%).

O setor de música digital está otimista, apesar de pedir medidas contra a pirataria
O documento, apresentado nesta segunda-feira em Londres, desenha um panorama positivo, apesar de, como advertiu o responsável executivo do IFPI, Frances Moore, 'é preciso fazer mais' para erradicar a pirataria que, junto com a crise, segue prejudicando a indústria.

Em alguns países, o negócio já ultrapassa a metade do consumo de música: 52% nos Estados Unidos, 53% na Coreia do Sul e mais de 70% na China.
Moore mostrou sua satisfação por estes progressos sem deixar de alertar contra os riscos de cair na 'complacência', destacando que os serviços digitais de música mais importantes estão presentes em pelo menos 58 países.
'A verdade é que as gravadoras estão criando um negócio para a música digital bem-sucedido, apesar do ambiente operacional', disse.
Nos EUA serviços inovadores foram lançados e novos mercados foram abertos em 2011, houve um crescimento dos smartphones e tablets e o site ilegal Limewire foi fechado, o que contribuiu para que 'o mercado se aproxime da senda do crescimento', apontou Moore.
Prova disso foi o fechamento da popular página de downloads MegaUpload e a prisão de quatro de seus executivos na última semana, ou a aplicação da lei Hadopi na França, que contempla campanhas de divulgação e sanções para os infratores.
A familiaridade dos usuários com os serviços legais de música digital é uma das boas notícias para a IFPI, assim como a busca de novas fórmulas comerciais para oferecer uma experiência melhore que a dos serviços ilegais
Outro fator importante foi a expansão do iTunes, maior loja virtual de entretenimento, que passou a estar presente em 58 países em 2011, assim como a do Spotify, popular serviço de música em 'streaming' que se expandiu para 12 mercados, e o aumento das vendas de discos digitais, que cresceu 19% nos EUA, 27% no Reino Unido e 71% na França. EFE

6 ataques poderosos orquestrados pelo Anonymous

sábado, 21 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
Grupo hacktivistas é conhecido por retaliar virtualmente governos e grandes empresas que se manifestem contra a liberdade na internet

Grupo é conhecido por seus ataques virtuais contra governos e corporações que se manifestem contra a liberdade na internet.
São Paulo – “Somos guerreiros em prol da liberdade da internet”, é assim que os hacktivistas conhecidos como Anonymous se definem. Pouco se sabe sobre o grupo, mas tudo indica que tenha surgido de maneira mais organizada nos idos de 2008 e é composto por centenas de pessoas espalhadas por todo o planeta.

Dentro do grupo não existe figura de líder e nem regras, é bem provável que os participantes não saibam os nomes reais de seus companheiros. Os “anonymous” que compõem a legião de ativistas digitais agem de maneira coordenada na elaboração e execução de ataques virtuais contra grandes corporações e governos.

A noite de quinta-feira (19) entra para a história da era digital como um marco na incessante luta do governo americano contra a pirataria. O FBI conseguiu tirar do ar o Megaupload, serviço de hospedagens de arquivos na internet utilizado por mais de um bilhão de usuários. Além disso, foram presos os principais diretores da empresa, entre eles o fundador do site, o alemão Kim Schmitz, todos acusados de violação de direitos autorais.

Foi apenas uma questão de tempo até que o grupo Anonymous se manifestasse através do seu perfil no Twitter, anunciando a #OpPayback (operação vingança). Depois de publicar a expressão “tango down”, termo que no universo dos games sinaliza a eliminação de um alvo, os sites do FBI, Justiça americana, Universal Music Group, Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA) e também da Associação Cinematográfica (MPAA) saíram do ar.

Mas este foi apenas um de uma série de ataques assumidos pelo grupo nos últimos anos. Confira abaixo ocasiões recentes nas quais Anonymous mostrou o poder que tem de atormentar a vida de gente poderosa, e também criminosa, na internet.

Operação Darknet

O grupo alegou ter conseguido o IP, número usado por um computador para se conectar à internet, de visitantes de um site de pornografia infantil. Numa manobra virtual, conseguiram induzir que tais usuários baixassem uma suposta atualização de um software usado para ocultar a identidade na web. Na realidade, porém, tais usuários foram direcionados a um servidor controlado pelo Anonymous que armazenava o IP dos visitantes.


Operação Independência

O dia da independência no México ficou marcado por um grande ataque perpetrado pelo grupo aos sites de órgãos estatais do país. O motivo foi o de protestar contra a violência constante que atinge o país há anos. O terror tem origem no poder que os cartéis de droga detêm em território mexicano.

Ataque a Bolsa de Nova York

Em outubro passado, o Anonymous invadiu o site da New York Stock Exchange (NYSE), a poderosa bolsa de valores da Big Apple. O ataque foi realizado como apoio ao movimento Occupy Wall Street que na época havia acabado de montar acampamento na região sul de Manhattan. O Anonymous chegou a declarar guerra contra a entidade depois da prisão de manifestantes da ocupação.

Tango Down Apple!

Em julho do ano passado, o grupo invadiu um servidor da Apple e divulgou no twitter supostas senhas e nomes de administradores. A Apple armazena dados de cartões de créditos de milhares de clientes, mas o grupo não revelou dados desta sorte. O que poderia ter sido, no mínimo, embaraçoso para uma empresa de tecnologia. “A Apple poderia ser um alvo. Mas estamos ocupados”, dizia um tuíte do grupo seguido de um link para as informações coletadas.

Visa e Mastercard

Em 2010, em pleno calor da divulgação dos documentos secretos do exército americano pelo Wikileaks, estas duas empresas resolveram bloquear doações feitas para a organização. O resultado foi que, por algumas horas, as bandeiras Visa e Mastercard ficaram completamente fora do ar.

Anonymous ataca o site da sede da presidência francesa

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Durante uma busca no site do Palácio do Eliseu, era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo. Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal.

Um hacker mascarado manipula o site do Palácio do Eliseu

Paris - O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.

Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.

Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.

Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.

Anonymous divulga dados do diretor do FBI

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Ação do grupo Anonymous foi uma represália ao fechamento do Megaupload

O Anonymous divulgou informações do diretor do FBI, Robert Mueller, em diversas redes sociais.

O grupo revelou, basicamente, dados pessoais, como o endereço residencial e o nome de parentes, como filhas e esposa. O Anonymous também publicou o telefone residencial e o e-mail pessoal dos familiares.

A ação foi uma represália pelo fechamento do Megaupload, na quinta-feira passada. O site está sendo acusado pela justiça americana de compartilhar conteúdo protegido (como filmes e músicas) na internet. Seu criador, Kim Dotcom, foi preso na Nova Zelândia e pode ser extraditado a qualquer momento para os EUA.

Além do FBI, o Anonymous realizou uma série de ataques em outros pontos do planeta. Páginas do governo francês, que apoia a criação de leis severas para quem compartilha dados protegidos na web, ficaram fora do ar na madrugada do sábado.

No Brasil, o grupo, até o momento, atacou sites do governo do Distrito Federal e, também, da cantora Paula Fernandes – ela é contratada da Universal Music, gravadora que apoia o projeto Sopa (um conjunto de leis que endurece as penalizações para quem usa e compartilha conteúdo pirata).

Comissária europeia critica projeto americano contra pirataria

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 // by Dikasnet // Marcadores: , , , // 0 comentários
SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos

Protestos contra lei provocaram esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet

Bruxelas - A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, mostrou nesta sexta-feira sua discordância sobre a atual versão do projeto de lei americano que pretende impedir a pirataria na internet, conhecido como SOPA.

'Estou feliz por existir uma mudança de tendência sobre SOPA: não necessitamos de uma lei ruim quando deveríamos defender os benefícios de uma rede aberta', declarou a comissária através do Twitter.

SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos que provocou esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet em sinal de protesto por sua suposta intenção de censura.

Além disso, horas depois de o FBI fechar o site de armazenamento e download de arquivos Megaupload e deter quatro de seus executivos por um suposto delito de pirataria, Kroes comentou em sua conta no Twitter que 'o excesso de velocidade também é ilegal: mas não coloque redutores na estrada'.

Segundo outro comentário publicado pela comissária através desta rede social, 'a regulação da internet deve ser efetiva, equilibrada e preservar os benefícios de uma rede aberta'.

O porta-voz de Kroes, Ryan Heath, disse em entrevista coletiva que o comentário da comissária sobre SOPA se refere ao 'que é necessário para que a internet funcione bem', e afirmou que Kroes não estava apenas se referindo ao projeto de lei americano.

Ele destacou que se há na internet um 'grande problema', é necessário que a resposta seja 'equilibrada'.

O porta-voz afirmou que a Comissão Europeia segue de perto os eventos nos Estados Unidos e que cada vez mais os temas digitais são agora assuntos políticos que foram generalizados.

Todos contra SOPA

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Entre os opositores estão as principais empresas que atuam na Internet como o Facebook, Twitter, Google, Yahoo!, LinkedIn, Mozilla, Wikimedia, Zynga, Amazon, eBay, Reddit, 4chan e 9GAG. Também organizações de direitos humanos, como Repórteres Sem Fronteiras e Human Rights Watch. A empresa de registro de domínios Go Daddy inicialmente apoiou a proposta. O posicionamento atraiu fúria de seus clientes, levando-a reconsiderar o apoio.
Membros da administração do presidente estadunidense Barack Obama fizeram um anúncio online no qual dizem que não apoiarão legislações que reduzam a liberdade de expressão, aumentem o risco da ciber-segurança ou enfraqueçam a dinâmica e a inovação na Internet global.

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