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Sistema reconhece telespectador e seleciona programas
Programa identifica o telefone celular do usuário e automaticamente indica as atrações de sua preferência
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Indicação é feita a partir de banco de dados com os programas vistos pelo usuário |
O bluetooth é uma forma de transmissão de dados (protocolo) via rádio para curtas distâncias, consumindo baixas quantidades de energia. “Normalmente é utilizado em fones de ouvido sem fio e na transferência de arquivos entre telefones celulares”, diz Foina. “Na pesquisa, foi conectado ao televisor um aparelho com o programa, dotado de um dongle — um dispositivo que recebe os sinais do bluetooth — permitindo a identificação do usuário”. O estudo foi orientado pelo professor Javier Ramirez, da Poli.
Quando o telespectador com telefone celular se aproxima do televisor, o receptor capta os sinais do bluetooth. “Se for um novo usuário, é possível se cadastrar”, descreve o engenheiro. Um aplicativo em fase de desenvolvimento pelo pesquisador conecta o telefone móvel ao receptor e permite o telespectador se cadastrar e receber informações do sistema pelo celular. “No caso de usuários já cadastrados, o sistema consulta um banco de dados que registra informações sobre todos os programas que o telespectador assistiu naquele televisor, com suas respectivas datas, horários e gêneros”.
Por meio de algoritmos (fórmulas matemáticas), o programa analisa as informações sobre os programas assistidos, seleciona os gêneros mais vistos e fornece recomendações adequadas ao horário em que o telespectador está assistindo a televisão. “Por exemplo, caso a pessoa assista com frequência a noticiários, o sistema irá indicar três ou cinco opções no horário, dispensando-a da tarefa de ficar procurando entre dezenas de canais”. As sugestões aparecem na tela do televisor, mas o aplicativo para celular vai permitir que os usuários recebam as informações pelo telefone móvel, sem atrapalhar a visualização dos programas que estão passando na TV.
De acordo com Foina, já existem sistemas de seleção de programas, porém eles necessitam de uma identificação prévia do telespectador para serem acionados. “É preciso chegar no televisor e digitar uma senha no controle remoto”, afirma. “No entanto, com o uso do bluetooth, a pessoa se aproxima e já é identificada, acionando automaticamente o processo de seleção”.
O programa também permite a análise das preferências de grupos. “Caso sejam identificadas duas ou mais pessoas cadastradas próximas ao televisor, as informações sobre os programas assistidos de cada telespectador são cruzadas entre si”, conta o engenheiro. “Assim, é possível apresentar opções de programas que sejam da preferência comum de cada grupo”.
Na pesquisa, o sistema foi montado em um aparelho separado do receptor de TV por assinatura e do televisor. “Isso foi feito porque não havia uma versão estável do middleware de TV interativa (programa de computador que controla as aplicações que utilizam interatividade) que seria utilizado pela TV digital no Brasil, prevista para 2007 mas que só ocorreu em 2010”, diz Foina. Foram adotados dois protocolos, o Ginga-NCL, para exibição menus e listas na tela, e o Ginga-J, que permite o uso de aplicativos. “No futuro, a ideia é adaptar o sistema para o Ginga-J. Ao mesmo tempo, quando for definido um padrão de aplicativos para Smart TV no mundo, ele será oferecido como um aplicativo para o usuário baixar e usar em seu televisor, como os aplicativos para Smartphone”.
O engenheiro conta que um sistema semelhante foi desenvolvido para fazer a seleção de conteúdo publicitário para telões de propaganda instalados em shopping centers e locais públicos de grande movimento. “Há um cadastro de consumidores, com o seu respectivo perfil de compras”, descreve. “Quando um consumidor cadastrado se aproxima e é identificado, automaticamente são selecionados e mostrados anúncios que se encaixem no perfil daquele cliente”.
Tags: Ciência, Tecnologia, Televisão, USP
Google Play, a nova loja de mídias e aplicativos do Google
terça-feira, 6 de março de 2012 // by Dikasnet //
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O Google inaugurou o Google Play, sua nova loja de aplicativos e mídias, nesta terça-feira (06/03). A medida dará fim à antiga marca Android Market, trazendo, além do reposicionamento sobre os produtos vendidos na loja, algumas mudanças visuais.
O Android Market sofreu algumas grandes mudanças de um ano para cá. Quando começou - e até pouco tempo atrás ainda era assim -, vendia apenas aplicativos para o sistema operacional móvel Android. Após o lançamento do Android 3.0, começou também a ofertar e-books, música e vídeos.
Com o crescimento da marca, os executivos do Google começaram a achar que o nome "Android Market" restringia suas pretensões e expectativas sobre o futuro do produto, "estragando" a oferta que eles realmente desejam entregar aos seus usuários. Por isso, a partir de hoje (06/03) todos os serviços de mídias digitais e aplicativos do Google foram agregados em uma única - e nova - marca: "Google Play".
O nome, cujo registro havia sido detectado por outras mídias anteriormente, estava cotado para ser usado no suposto novo tablet da empresa, com a mesma proposta da linha Nexus de smartphones Android.
O Google investiu tempo e recursos para transformar o Android Market em um hub de mídias digitais multiplataforma. O problema é que o "Android" de seu nome fazia o público geral acreditar que para alugar filmes, comprar músicas ou folhear e-books era necessário possuir um dispositivo Android. Por isso, a ideia acabou não tendo uma boa adesão. Com a mudança para o nome Google Play, a empresa passará a exaltar que existem diversos meios de se acessar esse conteúdo. As músicas, os vídeos e os livros são armazenados na nuvem do Google, e podem ser acessados pelo próprio navegador.
Para ver o Google Play, basta acessar https://play.google.com/.
Mudanças visuais, novos nomes, novos jeitos de se consumir
O novo nome, como era de se esperar, também trará algumas mudanças cosméticas, dando mais ênfase ao consumo de mídias pelo computador. Para começar, o site do Android Market foi melhorado para dar mais exposição às outras mídias que o Google oferece.
Além disso, com a unificação do Google Play a antiga loja do Google Music foi integrada ao serviço. A nuvem, onde são guardados seus arquivos de música não comprados no sistema, ainda estará acessível, mas será usada também para guardar informações sobre suas compras na loja - antes restrita às músicas e agora válida também aos vídeos, e-books, e quaisquer outras mídias que eventualmente eles passem a vender.
Outro detalhe sobre essa nuvem é que todas as músicas guardadas no Google Play estarão disponíveis não somente nos telefones e tablets com Android, mas também no computador. Como no Google Music, o serviço não sincronizará nada com os seus dispositivos. Tudo será acessado via streaming. Entretanto, caso você queira acessar as músicas sem usar a rede (offline), basta marcar seus favoritos. Somente assim ele fará uma "sincronização", guardando os arquivos para que você os acesse de qualquer lugar posteriormente.
Falando ainda dos celulares e tablets Android, o ícone e o aplicativo Android Market ganhará o novo nome. Dentro, o catálogo de livros, filmes e canções também terá uma nova roupagem, com mais ênfase às mídias. E para não cair em confusão com o aplicativo de músicas oficial do sistema, o player será renomeado para "Google Music Play". As atualizações já estão sendo feitas, e devem aparecer nos dispositivos com Android ao longo da semana.
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| Foto de divulgação. |
O Android Market sofreu algumas grandes mudanças de um ano para cá. Quando começou - e até pouco tempo atrás ainda era assim -, vendia apenas aplicativos para o sistema operacional móvel Android. Após o lançamento do Android 3.0, começou também a ofertar e-books, música e vídeos.
Com o crescimento da marca, os executivos do Google começaram a achar que o nome "Android Market" restringia suas pretensões e expectativas sobre o futuro do produto, "estragando" a oferta que eles realmente desejam entregar aos seus usuários. Por isso, a partir de hoje (06/03) todos os serviços de mídias digitais e aplicativos do Google foram agregados em uma única - e nova - marca: "Google Play".
O nome, cujo registro havia sido detectado por outras mídias anteriormente, estava cotado para ser usado no suposto novo tablet da empresa, com a mesma proposta da linha Nexus de smartphones Android.
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| A página principal da nova loja de mídias do Google (Foto: Reprodução) |
O Google investiu tempo e recursos para transformar o Android Market em um hub de mídias digitais multiplataforma. O problema é que o "Android" de seu nome fazia o público geral acreditar que para alugar filmes, comprar músicas ou folhear e-books era necessário possuir um dispositivo Android. Por isso, a ideia acabou não tendo uma boa adesão. Com a mudança para o nome Google Play, a empresa passará a exaltar que existem diversos meios de se acessar esse conteúdo. As músicas, os vídeos e os livros são armazenados na nuvem do Google, e podem ser acessados pelo próprio navegador.
Para ver o Google Play, basta acessar https://play.google.com/.
Mudanças visuais, novos nomes, novos jeitos de se consumir
O novo nome, como era de se esperar, também trará algumas mudanças cosméticas, dando mais ênfase ao consumo de mídias pelo computador. Para começar, o site do Android Market foi melhorado para dar mais exposição às outras mídias que o Google oferece.
Além disso, com a unificação do Google Play a antiga loja do Google Music foi integrada ao serviço. A nuvem, onde são guardados seus arquivos de música não comprados no sistema, ainda estará acessível, mas será usada também para guardar informações sobre suas compras na loja - antes restrita às músicas e agora válida também aos vídeos, e-books, e quaisquer outras mídias que eventualmente eles passem a vender.
Outro detalhe sobre essa nuvem é que todas as músicas guardadas no Google Play estarão disponíveis não somente nos telefones e tablets com Android, mas também no computador. Como no Google Music, o serviço não sincronizará nada com os seus dispositivos. Tudo será acessado via streaming. Entretanto, caso você queira acessar as músicas sem usar a rede (offline), basta marcar seus favoritos. Somente assim ele fará uma "sincronização", guardando os arquivos para que você os acesse de qualquer lugar posteriormente.
Falando ainda dos celulares e tablets Android, o ícone e o aplicativo Android Market ganhará o novo nome. Dentro, o catálogo de livros, filmes e canções também terá uma nova roupagem, com mais ênfase às mídias. E para não cair em confusão com o aplicativo de músicas oficial do sistema, o player será renomeado para "Google Music Play". As atualizações já estão sendo feitas, e devem aparecer nos dispositivos com Android ao longo da semana.
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Solto, fundador do Megaupload foi proibido de acessar a web
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet //
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Kim Dotcom saiu da prisão e deve seguir cláusulas impostas pela justiça.
Pelas regras, helicópteros não poderão pousar na casa do executivo.
Kim Dotcom, o fundador do Megaupload, foi solto da prisão diante do comprometimento que cumprirá uma série de regras, que incluem a proibição do acesso à internet.
O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos, foi fechado pelo governo norte-americano por suspeita de contribuir para a prática da pirataria.
Dotcom está entre os acusados de facilitar milhões de downloads ilegais e foi solto na quarta-feira (22). Os advogados de dele dizem que a empresa apenas oferecia armazenamento online e que ele nega veementemente as acusações.
O fundador do site foi preso na Nova Zelândia em uma operação no dia 20 de janeiro. As condições da soltura de Dotcom foram liberadas pelas autoridades do país, após pedido feito pela Associated Press.
Nos termos de sua fiança, Dotcom só pode sair de sua casa em Auckland para aparições aprovadas, como participações no seu julgamento e consultas médicas. Ele não pode entrar em contato com os outros executivos do Megaupload que também foram presos durante a operação na Nova Zelândia. Outra cláusula de sua liberação é helicópteros não podem aterrissar em sua casa.
Dotcom não teve que pagar nenhum valor monetário pela sua fiança. Ele tem uma audiência sobre sua possível extradição para os Estados Unidos agendada para agosto.
Pelas regras, helicópteros não poderão pousar na casa do executivo.
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| Fundador do Megaupload Kim Dotcom deixa tribunal depois de fiança ter sido concedida na Austrália (Foto: AFP) |
Kim Dotcom, o fundador do Megaupload, foi solto da prisão diante do comprometimento que cumprirá uma série de regras, que incluem a proibição do acesso à internet.
O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos, foi fechado pelo governo norte-americano por suspeita de contribuir para a prática da pirataria.
Dotcom está entre os acusados de facilitar milhões de downloads ilegais e foi solto na quarta-feira (22). Os advogados de dele dizem que a empresa apenas oferecia armazenamento online e que ele nega veementemente as acusações.
O fundador do site foi preso na Nova Zelândia em uma operação no dia 20 de janeiro. As condições da soltura de Dotcom foram liberadas pelas autoridades do país, após pedido feito pela Associated Press.
Nos termos de sua fiança, Dotcom só pode sair de sua casa em Auckland para aparições aprovadas, como participações no seu julgamento e consultas médicas. Ele não pode entrar em contato com os outros executivos do Megaupload que também foram presos durante a operação na Nova Zelândia. Outra cláusula de sua liberação é helicópteros não podem aterrissar em sua casa.
Dotcom não teve que pagar nenhum valor monetário pela sua fiança. Ele tem uma audiência sobre sua possível extradição para os Estados Unidos agendada para agosto.
Fundador do Megaupload é solto após um mês sob custódia
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet //
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Kim Dotcom foi solto depois do pagamento de fiança.
Site é um dos maiores que possibilitam compartilhamento de arquivos.
O alemão Kim Dotcom, que tem residência na Nova Zelândia e também é conhecido como Kim Schmitz e Kim Tim Jim Vestor, foi preso em 20 de janeiro a pedido de autoridades norte-americanas, junto de outras três pessoas.
Segundo a acusação, Dotcom comandava um grupo que lucrou 175 milhões de dólares desde 2005 ao copiar e distribuir, sem autorização, músicas, filmes e outros conteúdos protegidos por direitos autorais.
Os advogados de Dotcom dizem que a empresa apenas oferecia armazenamento online e que ele nega veementemente as acusações.
No início deste mês, uma corte da Nova Zelândia negou recurso para Dotcom ser libertado sob pagamento de fiança, concordando com a promotoria sobre o risco de que ele pudesse tentar fugir antes da audiência para extradição.
Nesta quarta-feira, o juiz Nevin Dawson concedeu a fiança sob condições rigorosas, alegando que nenhuma nova evidência de recursos secretos foi encontrada.
Site é um dos maiores que possibilitam compartilhamento de arquivos.
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| Fundador do Megaupload Kim Dotcom deixa tribunal depois de fiança ter sido concedida na Austrália (Foto: AFP) |
O alemão Kim Dotcom, que tem residência na Nova Zelândia e também é conhecido como Kim Schmitz e Kim Tim Jim Vestor, foi preso em 20 de janeiro a pedido de autoridades norte-americanas, junto de outras três pessoas.
Segundo a acusação, Dotcom comandava um grupo que lucrou 175 milhões de dólares desde 2005 ao copiar e distribuir, sem autorização, músicas, filmes e outros conteúdos protegidos por direitos autorais.
Os advogados de Dotcom dizem que a empresa apenas oferecia armazenamento online e que ele nega veementemente as acusações.
No início deste mês, uma corte da Nova Zelândia negou recurso para Dotcom ser libertado sob pagamento de fiança, concordando com a promotoria sobre o risco de que ele pudesse tentar fugir antes da audiência para extradição.
Nesta quarta-feira, o juiz Nevin Dawson concedeu a fiança sob condições rigorosas, alegando que nenhuma nova evidência de recursos secretos foi encontrada.
Hackers derrubam site do banco HSBC, em sequência de ataques
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet //
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Seguindo uma sequência de ataques planejados a instituições bancárias, hackers usaram o Twitter para assumir a responsabilidade de um novo ataque de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês para distributed denial of service), ao site do banco HSBC do Brasil, na manhã desta quinta-feira. Intituições como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil foram alvos desde a última segunda-feira. Os sites voltaram ao ar horas depois.
Por volta das 10h41min os perfis @AnonBRNews e AntiSecBrTeam anunciaram em um post no microblog:
“Atenção marujos: alvo atingido! O HSBC está à deriva! Tango Down!", escreveram, usando a tralha #OpWeeksPayment, nome dado à operação contra bancos.
Por volta das 10h41min os perfis @AnonBRNews e AntiSecBrTeam anunciaram em um post no microblog:
“Atenção marujos: alvo atingido! O HSBC está à deriva! Tango Down!", escreveram, usando a tralha #OpWeeksPayment, nome dado à operação contra bancos.
Quem tentava acessar o site do HSBC era recebido por uma página em branco ou por um site "carregado aos pedaços", sem que seus serviços pudessem ser acessados. Páginas internas do sites também foram prejucadas e o acesso interrompido.
Às 11h56min, também no Twitter, o perfil @AnonBRNews publicou: "Bônus: HSBC Nacional e Internacional estão a dançar o mesmo tango", em uma brincadeira em referência ao termo que usam quando um site sai do ar, "Tango Down".
"Estamos enfrentando dificuldades técnicas no site corporativo www.hsbc.com, que está temporariamente fora do ar. Estamos trabalhando para resolver o problema e pedimos desculpas por qualquer inconveniência", disse um porta-voz do HSBC em Londres, durante a manhã.
Por volta das 13h40 o site do HSBC no Brasil voltou ao ar. O site internacional ficou estável por volta das 14h10min. Às 16h18min, os sites voltaram a enfrentar problemas que logo foram resolvidos e o acesso normalizado.
Em nota, o HSBC informou que seu site "estava apresentando um volume de acessos acima do esperado" e que o banco estava trabalhando para normalizar o serviço de bankline. Ainda de acordo com a instituição, clientes podem usar outros canais alternativos de atendimento como caixas eletrônicos e telefone se sentirem dificuldades.
O "grupo", que não tem liderança e é formado por simpatizantes do movimento Anonymous, diz lutar contra desigualdade social no Brasil e derruba sites para chamar a atenção para a suas causas - ações que geram polêmica no microblog desde o início da semana.
Em um cronograma anterior divulgado pelos hackers, o alvo desta quinta-feira seria a Caixa Econômica Federal, que permaneceu com seu site no ar durante todo o dia. Na manhã de quarta-feira, o banco disse que estava atento às ocorrências dessa semana e "intensificou suas ações de defesa tecnológica".
Nesta quinta não houve tentativa de ataques, disse a assessoria de imprensa da Caixa. Já o banco Santander, que não foi atacado, afirmou em nota que "está ciente da ameaça e está monitorando seus sistemas” para evitar maiores danos.
A tática usada pelos hackers faz com que uma grande quantidade de computadores-zumbis (máquinas controladas remotamente) tentem milhões de acessos simultâneos ao alvo, sobrecarregando o servidor e fazendo o site sair do ar, temporariamente. A previsão é de que um site de banco seja atacado por dia, ficando fora do ar por até 12 horas, dizem as mensagens espalhadas na internet.
Mensagens tentam desvincular Anonymous dos ataques
Desde que os ataques a bancos começaram a gerar reclamações, mensagens desvinculando o Anonymous da 'semana hack' contra instituições bancárias começaram a circular. Usuários de internetbank têm questionado as atitudes dos hackers e, preocupados com o atraso do pagamento de contas, disparam críticas a todo momento no Twitter.
Uma mensagem publicada na página de Facebook 'Plano Anonymous Brasil' diz que os ataques a bancos que estão acontecendo desde a última segunda-feira não são uma ação do coletivo hacker Anonymous - envolvidos em manifestações de hackativismo em várias parte do mundo, inclusive no Brasil.
"O Anonymous não tem como alvo a sociedade, os prejudicados por esta ação são, única e exclusivamente, os cidadãos", diz o texto que reconhece que a primeira semana do mês, período de volta as aulas e de pagamentos, se tornou caótico para algumas pessoas que precisaram usar serviços bancários on-line.
"Conhecemos as mazelas do sistema econômico vigente no mundo inteiro, mas não é atacando um serviço utilizado por um cidadão pai de família ... que se faz um bem de qualquer gênero à sociedade", afirma a mensagem.
O texto diz ainda que perfis de Twitter de nome @AntisecBrTeam, @iPiratesGroup e @Lulzsecbrazil são, declaradamente contra o Anonymous, e estão executando os ataques como tentativa de desmoralizar os ideias do coletivo hacker.
Em junho de 2011, o grupo ativista Lulz Security (LulzSec), que teria um braço brasileiro (Lulzsecbrazil), assumiu a responsabilidade por derrubar o site da CIA (Agência Central de Inteligência, dos EUA). Na ocasião, o grupo anunciou que estava se unindo forças ao Anonymous. Os dois grupos de hackers estrangeiros se comunicaram abertamente via Twitter sobre a união e as atividades conjuntas.
No Brasil, não foi diferente, os grupos diziam agir juntos na tentativa de derrubar sites do governo, no mesmo período.
Anonymous Brasil na Rede TV!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 // by Dikasnet //
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Os @AnonBRNews bateram um papo com Rete TV! O conteúdo dessa conversa vai ser visto hoje as 21:15 na própria Rede TV!
Irão falar com certeza sobre assunto #OpWeeksPayment (operação semana de pagamento)
que esta rolando na net e atormentado os sites dos bancos brasileiros.
Irão falar com certeza sobre assunto #OpWeeksPayment (operação semana de pagamento)
que esta rolando na net e atormentado os sites dos bancos brasileiros.
Após Itaú, site do Bradesco fica fora do ar
terça-feira, 31 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Usuários encontraram problemas para acessar a página virtual do Bradesco ao longo de vários momentos hoje desde o período da manhã. O problema com a página virtual acontece no mesmo dia em que o grupo de hackers Anonymous Brasil anunciou um ataque ao site da instituição.
Segundo o banco, o problema foi de intermitência decorrente do excesso de visitas. "O site do Bradesco apresentou momentos de intermitência, com volume de acessos acima da média, mas não chegou a ficar fora do ar", diz comunicado de uma linha emitido pelo banco. O comunicado não explica a origem do excesso de tentativas de acesso ao site -- se partiu do grupo de hackers ou de clientes.
A instabilidade virtual acontece no dia em que o Bradesco divulga os resultados do quarto trimestre do ano passado e do consolidado para 2011.
Ontem o site do Itaú Unibanco também ficou fora do ar durante diferentes momentos do dia, mas o banco também não vinculou o problema à ação do grupo de hackers.
Entretanto, o presidente da unidade brasileira do banco Santander, Marcial Portela, disse em encontro com jornalistas esta manhã que desde a semana passada a instituição já tinha conhecimento das ameaças. "Estamos preparados desde a semana passada porque já havia suspeitas de ataque", disse Portela. O banco espanhol também divulgou hoje os resultados referentes ao quatro trimestre do ano passado e o consolidado para o ano.
Ontem o grupo de hackers informou em sua página no Twitter e no Facebook que a operação contra diferentes instituições financeiras será realizada ao longo desta semana, em uma operação identificada como #OpWeeksPayment.
De acordo com o Anonymous Brasil, cada dia desta semana será destinado ao ataque à página de um banco diferente. O grupo diz que os ataques são um protesto contra a corrupção e a injustiça social.
Santander se prepara para ataque de hackers
// by Dikasnet //
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Banco toma previdências na semana que o grupo Anonymous prometeu atacar um banco por dia.
O Santander vem desde a semana passada reforçando a segurança de sua página na internet. "Ficamos sabendo da ameaça de ataques de hackers e estamos monitorando", disse o presidente do banco espanhol, Marcial Portela, em entrevista a imprensa para comentar o balanço da instituição.
Ontem, o grupo Anonymous anunciou pelas redes sociais que atacaria um site de banco brasileiro por dia nesta semana. O primeiro alvo foi o Itaú. O alvo hoje teria sido o Bradesco.
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O primeiro alvo dos ataques foi o Itaú. O alvo hoje teria sido o Bradesco. O próximo pode ser o Santander |
Ontem, o grupo Anonymous anunciou pelas redes sociais que atacaria um site de banco brasileiro por dia nesta semana. O primeiro alvo foi o Itaú. O alvo hoje teria sido o Bradesco.
Site do Itaú sai do ar, e hackers do Anonymous reclamam autoria de ataque
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Ação foi feita pelo grupo, segundo eles, como protesto à corrupção no Brasil
O grupo de hackers Anonymous derrubou o site do banco Itáu agora segunda-feira (30/01/12) , em uma série de ataques que estão fazendo como protesto na rede.
Com a tag #OpWeeksPayment, eles anunciaram no perfil oficial do grupo no Twitter que fariam o ataque. Logo depois, o site do banco saiu do ar.
A queda nos serviços deveria durar 12h, segundo a previsão dos hackers.
O Dikasnet entrou em contato com o Itaú Unibanco para perguntar sobre o suposto ataque. O banco admite a indisponibilidade de seus serviços nesta segunda-feira, mas ressalta que a normalidade foi retomada e que os demais canais eletrônicos estavam funcionando para as operações dos clientes.
Por volta das 16h, o site já estava funcionando.
Não é o primeiro ataque do tipo que fazem. Pelo contrário: na semana passada, na quarta-feira (25), derrubaram a página do Governo de São Paulo, entre outras.
A motivação dos ataques é sempre sociopolítica - dessa vez, o alerta, segundo eles, é contra a corrupção.
Sites do governo polonês são atacados em protesto por acordo antipirataria
terça-feira, 24 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao ACTA
Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.
Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.
'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.
Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.
Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE
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| Tusk: 'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual' |
Varsóvia - Hackers voltaram a atacar nesta quarta-feira várias páginas do governo polonês, enquanto centenas de internautas protestaram em várias cidades do país contra o fechamento do 'Megaupload' e a assinatura de um acordo antipirataria.
Assim como nos últimos quatro dias, os hackers atacaram os sites do primeiro-ministro e dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, evidenciando as dificuldades que o Executivo encontra para frear este tipo de ataque.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, garantiu nesta quarta que não cederá à 'chantagem brutal' dos hackers e que a Polônia aderirá ao Acordo Comercial Antipirataria (ACTA, na sigla em inglês), destinado a proteger a propriedade intelectual na web.
'Seria extravagante se a Polônia não assinasse o acordo e se convertesse no único país da Europa que não respeita os direitos de propriedade intelectual', afirmou.
Após sua assinatura, o acordo deverá ser ratificado pelo Parlamento e pelo presidente polonês, motivo pelo qual 'haverá tempo para fazer as consultas necessárias', detalhou o chefe do Executivo.
Enquanto isso, os protestos continuavam nesta quarta em diferentes cidades polonesas, onde centenas de internautas manifestavam sua rejeição à ATA com o apoio e a presença de diferentes representantes sociais e dirigentes políticos da oposição. EFE
Vídeo do Anonymous ameaça atacar Facebook; Twitter desmente
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Mensagem marca ataque ao Facebook para sábado; pelo Twitter, parte do grupo nega que haverá uma ação.
O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.
Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.
De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.
Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).
Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.
Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:
O grupo de hackers Anonymous voltou a chamar a atenção nesta segunda-feira, após as ações contra o fechamento do Megaupload na semana passada. Dessa vez, o rumor é de que estariam preparando um grande ataque ao Facebook.
Um vídeo publicado no YouTube por uma conta associada ao movimento indica que o grupo planeja derrubar o acesso ao Facebook a partir da meia noite do próximo sábado, dia 28.
De acordo com o vídeo, o bloqueio aconteceria em em protesto ao fechamento de sites de compartilhamento Megaupload e às propostas de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa), que foram retiradas da pauta no Congresso americano na sexta-feira, 20.
Após a postagem da mensagem no Youtube, uma das contas principais dos hackvistas no Twitter, a @AnoNops, manifestou-se negando a a intenção de atacar a rede social. O grupo postou, por volta das 19h: "Again we must say that we will not attack #Facebook! Again the mass media lie" (De novo temos que dizer que não vamos atacar o Facebook. De novo a mídia mente).
Entre as mais recentes vítimas do Anonymous estão o diretor do FBI, Robert Mueller, que teve informações pessoais divulgadas na rede, o site da Casa Branca, sites do governo francês, do governo brasileiro, e até o da cantora Paula Fernandes, artista contratada pela Sony Music.
Veja o vídeo que ameaça tirar a rede social do ar:
Megaupload para Universal: você tem algumas explicações a dar ?
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011 // by Dikasnet //
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Em sua apresentação de resposta de 18 páginas no Tribunal Distrital dos EUA para o Norte da Califórnia no início deste mês, não foi a primeira vez que disseram o motivo pelo qual Universal Music forçaram YouTube para remover Canção do mega Megaupload. A disputa entre as duas empresas virou polêmica na net, por ser um evento muito estranho. Em um novo documento, Megaupload deixa claro que não vai ser posta de lado. O cyberlocker quer respostas, e vai cavar fundo para pegá-los.
Início de dezembro, Megaupload de 'Song Mega estava a caminho de se tornar um hit viral , apenas para ser cortada a partir do YouTube por uma demanda Universal Music queda. Em resposta, Megaupload ajuizou ação contra a Universal e YouTube restabelecido o vídeo.
A base para a queda nunca ficou claro. Embora o YouTube indicou claramente que UMG tinha tomado a Canção mega a baixo por motivos de direitos autorais, a Universal mais tarde acrescentou que tinha um acordo com o YouTube para derrubar o conteúdo, mesmo que não viola os seus direitos. Isso, diz a empresa, permite que contornar quaisquer reclamações Megaupload faz contra ele sob o DMCA.
Notavelmente, entretanto, a Universal nunca disse exatamente por isso que teve o vídeo tirado do ar. Logo, no entanto, ele pode ter para.
Em uma nova ação judicial Megaupload disponibilizados para Dikasnet hoje, o serviço de hospedagem de arquivos deixa claro que ele vai para grandes esforços para descobrir exatamente o que vem acontecendo na Universal, YouTube, Vimeo e outras entidades envolvidas na mega Canção.
"Na sua oposição à [Ordem temporária cautelar], UMG nem sequer tentou defender a legitimidade das suas falsas alegações de posse do vídeo Megaupload", afirma o arquivamento Megaupload. O cyberlocker acrescenta que UMG fez várias afirmações que agora necessitam de esclarecimento para o caso de proceder corretamente.
A alegação UMG primeira é que processou Megaupload 'entidade' da UMG errado. Eles dizem que a UMG Recordings é a entidade correta, já que eles são os que lidam com o YouTube e outros serviços de vídeo de hospedagem.
Em segundo lugar, Megaupload quer chegar ao fundo da reivindicação da UMG que o pedido de quedas, que apresentou com o YouTube não foi feita sob o DMCA, mas como parte de um acordo histórico privado o rótulo tem com o YouTube.
A alegação UMG terceira é que eles não tinham nada a ver com quedas da Canção mega realizado em outros sites de vídeo como o Vimeo hospedagem.
Lamentando o fato de que nenhuma das reivindicações da UMG foram apoiadas por evidências ou testemunhas, Megaupload diz que agora precisa de fatos para avançar.
"Megaupload, portanto, respeitosamente solicita que o Tribunal lhe conferem deixar de tomar limitado mas essencial descoberta escrito ... sobre relações das Entidades UMG dos particulares com prestadores de serviços em relação às quedas do vídeo Megaupload e da identidade e da autoridade das pessoas ou entidades que solicitaram os desmontes , "a empresa escreve.
"Sem essa informação, Megaupload não será capaz de determinar qual a entidade UMG instruído YouTube para remover o vídeo Megaupload, o que outros, não-UMG pessoas podem ter tão instruído YouTube, e em cujo nome, por que razão, e sob que autoridade a remoção foi procurado.
"Além disso, como UMG negou o envio de nota-se a outros prestadores de serviços, intimações para todos os fornecedores de tais que levaram para baixo o vídeo é o meio adequado para determinar a parte fazê-lo", acrescenta o arquivamento.
Pode haver pouca dúvida de que manter o nome Megaupload nas notícias é algo que a Universal deveria ter previsto quando eles tomaram a Canção mega baixo. Agora, se o objetivo era fechar o Megaupload e diminuir a sua campanha, eles falharam. Na hora de escrever os padrões e versões HD da canção ter perto de 13,7 milhões combinados de visualizações no YouTube.
Mas talvez pior ainda, a Universal parece ter habilitado um arqui-inimigo para tomar o terreno moral alta na guerra o seu 'site desonestos "a propaganda e é por isso que este processo de descoberta será tão interessante.
Não Universal tem um ás na manga, ou foi a queda Canção mega simplesmente uma ação terrivelmente mal concebido, instintiva, e exclusivamente destrutivo? Nós todos vamos descobrir em breve.
Início de dezembro, Megaupload de 'Song Mega estava a caminho de se tornar um hit viral , apenas para ser cortada a partir do YouTube por uma demanda Universal Music queda. Em resposta, Megaupload ajuizou ação contra a Universal e YouTube restabelecido o vídeo.
A base para a queda nunca ficou claro. Embora o YouTube indicou claramente que UMG tinha tomado a Canção mega a baixo por motivos de direitos autorais, a Universal mais tarde acrescentou que tinha um acordo com o YouTube para derrubar o conteúdo, mesmo que não viola os seus direitos. Isso, diz a empresa, permite que contornar quaisquer reclamações Megaupload faz contra ele sob o DMCA.
Notavelmente, entretanto, a Universal nunca disse exatamente por isso que teve o vídeo tirado do ar. Logo, no entanto, ele pode ter para.
Em uma nova ação judicial Megaupload disponibilizados para Dikasnet hoje, o serviço de hospedagem de arquivos deixa claro que ele vai para grandes esforços para descobrir exatamente o que vem acontecendo na Universal, YouTube, Vimeo e outras entidades envolvidas na mega Canção.
"Na sua oposição à [Ordem temporária cautelar], UMG nem sequer tentou defender a legitimidade das suas falsas alegações de posse do vídeo Megaupload", afirma o arquivamento Megaupload. O cyberlocker acrescenta que UMG fez várias afirmações que agora necessitam de esclarecimento para o caso de proceder corretamente.
A alegação UMG primeira é que processou Megaupload 'entidade' da UMG errado. Eles dizem que a UMG Recordings é a entidade correta, já que eles são os que lidam com o YouTube e outros serviços de vídeo de hospedagem.
Em segundo lugar, Megaupload quer chegar ao fundo da reivindicação da UMG que o pedido de quedas, que apresentou com o YouTube não foi feita sob o DMCA, mas como parte de um acordo histórico privado o rótulo tem com o YouTube.
A alegação UMG terceira é que eles não tinham nada a ver com quedas da Canção mega realizado em outros sites de vídeo como o Vimeo hospedagem.
Lamentando o fato de que nenhuma das reivindicações da UMG foram apoiadas por evidências ou testemunhas, Megaupload diz que agora precisa de fatos para avançar.
"Megaupload, portanto, respeitosamente solicita que o Tribunal lhe conferem deixar de tomar limitado mas essencial descoberta escrito ... sobre relações das Entidades UMG dos particulares com prestadores de serviços em relação às quedas do vídeo Megaupload e da identidade e da autoridade das pessoas ou entidades que solicitaram os desmontes , "a empresa escreve.
"Sem essa informação, Megaupload não será capaz de determinar qual a entidade UMG instruído YouTube para remover o vídeo Megaupload, o que outros, não-UMG pessoas podem ter tão instruído YouTube, e em cujo nome, por que razão, e sob que autoridade a remoção foi procurado.
"Além disso, como UMG negou o envio de nota-se a outros prestadores de serviços, intimações para todos os fornecedores de tais que levaram para baixo o vídeo é o meio adequado para determinar a parte fazê-lo", acrescenta o arquivamento.
Pode haver pouca dúvida de que manter o nome Megaupload nas notícias é algo que a Universal deveria ter previsto quando eles tomaram a Canção mega baixo. Agora, se o objetivo era fechar o Megaupload e diminuir a sua campanha, eles falharam. Na hora de escrever os padrões e versões HD da canção ter perto de 13,7 milhões combinados de visualizações no YouTube.
Mas talvez pior ainda, a Universal parece ter habilitado um arqui-inimigo para tomar o terreno moral alta na guerra o seu 'site desonestos "a propaganda e é por isso que este processo de descoberta será tão interessante.
Não Universal tem um ás na manga, ou foi a queda Canção mega simplesmente uma ação terrivelmente mal concebido, instintiva, e exclusivamente destrutivo? Nós todos vamos descobrir em breve.
A Universal Music censura cancao megaupload, que fica marcada como "Selo Vermelho"
sábado, 17 de dezembro de 2011 // by Dikasnet //
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Hoje cedo, Megaupload divulgou um vídeo pop com artistas mainstream que endossam o serviço cyberlocker. A canção foi bem comentada no twitter, mas já foi removido do YouTube por razões de direitos autorais pela Universal Music. Kim Dotcom diz que Megaupload é dono de tudo no vídeo, e que o rótulo tenha se envolvido em truques sujos em uma tentativa de sabotar a sua campanha viral bem sucedida.
Esta manhã, publicou um artigo sobre uma nova campanha por cyberlocker serviço Megaupload .
O fundador Kim Dotcom no TorrentFreak disse que ele tinha encomendado uma música do produtor Printz Board apresentando artistas enormes incluindo P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys, Kanye West, Snoop Dogg, Chris Brown, The Game e Mary J Blige. Estes e outros gritavam os louvores do Megaupload.
Por esta tarde #megaupload foi tendência no Twitter que a notícia da disseminação da música. Interesse surpresa foi tão grande; Megaupload é descrito como um site desonestos pela RIAA e aqui estão alguns dos artistas seus rótulos principais «promover o serviço da maneira mais eficiente possível - através de uma canção.
E então, apenas um pouco atrás, a música parou . Os visitantes do YouTube, esperando para ouvir a música mega foram recebidos com a seguinte mensagem.
Mas o Dikasnet o trouxe de volta:
O Dikasnet imediatamente em contato com Kim para descobrir o que estava acontecendo.
"Esses criminosos UMG. Eles estão enviando avisos de remoção ilegítimos para conteúdo que não é seu ", ele nos disse. "Truques sujos em um esforço para parar a nossa campanha enorme sucesso viral."
Então, se Universal tem direito nenhum de emitir YouTube com um aviso de queda? Amostras não apurados, alguma coisa?
"Mega é dono de tudo neste vídeo. E nós temos assinado acordos com cada artista em destaque para esta campanha ", disse Kim ao Dikasnet.
"A UMG fez algo ilegal e injusto, informando qualquer conteúdo Mega de ser infrator. Eles não tinham direito de fazer isso. Reservamo-nos o direito de tomar as medidas legais. Mas nós gostaríamos de dar-lhes a oportunidade para pedir desculpas. "
"A UMG é tal rótulo um ladino", acrescentou Kim, inteiramente apreciar a ironia.
Poucos minutos após esta troca Kim contactaram-nos com boas notícias. Após a apresentação de uma queda YouTube disputa de direitos autorais, o vídeo foi reintegrado. Mas, infelizmente, poucos segundos depois, ele foi levado para baixo de novo.
"Entramos com uma disputa, o vídeo voltou online e agora está bloqueada novamente por UMG eo sistema automatizado YouTube ameaçou bloquear a nossa conta de reincidência", explicou Kim.
Dikasnet falou com Corynne McSherry, Diretor de Propriedade Intelectual na FEP, que diz que esse tipo de abuso de direitos autorais não é nada novo.
"Esta parece ser mais um exemplo do tipo de abuso queda que vimos nos termos da legislação existente - e uma outra razão por que o Congresso deve rejeitar profundamente os amplos poderes novos contemplados nas contas de lista negra da Internet, aka IAD / PIPA .
"Se os titulares de direitos de IP não pode ser confiável para usar as ferramentas já à sua disposição - e eles não podem - não devem ser dando-lhes novas formas de expressão on-line e sufocam a criatividade", conclui McSherry.
Sherwin Siy, diretor jurídico adjunto Public Knowledge , teme que este tipo de poder arrebatador só seria aumentada com a chegada do projeto de lei anti-pirataria IAD em os EUA.
"Se UMG derrubou um vídeo que não tem direitos, então o que temos aqui é exatamente o tipo de abuso que descuidados, detentores de direitos autorais com excesso de zelo, ou mal-intencionado pode criar, abusando de uma lei de queda," ele nos disse.
"O que torna isso ainda pior é que a UMG, entre outros, está se esforçando para expandir o seu poder para fechar as pessoas para baixo por decreto-SOPA permite que os titulares de direitos de-fundo sites inteiros com o mesmo tipo de demanda não analisado que removeu este vídeo", ele conclui.
Kim Megaupload da Dotcom nos informa que ele apresentou agora uma notificação internacional contra o YouTube, informando-lhes que a UMG não tem direito a nada no vídeo e que o rótulo abusaram do sistema queda YouTube para sabotar o negócio da empresa.
"É ridículo como UMG está abusando de seus poderes de intervenção no sistema do YouTube para parar a nossa campanha legítima. Eles estão deliberadamente sabotando esta campanha viral. Eles possuem nenhum direito a esse conteúdo ", Kim insiste.
"O que UMG está fazendo é ilegal. E essas são as pessoas que estão chamando desonestos mega? Loucura! "
Efeito Streisand , aqui vamos nós novamente.
Update: "O fato de que essa expressão poderia ser silenciado por uma grande gravadora - sem qualquer violação aparente - deve ser seriamente preocupante para quem se preocupa com os direitos dos artistas da fala", diz Casey Rae-Hunter, Vice-Diretor, da Coligação Futuro Music. "Se isso pode acontecer com Snoop Dogg e outros, pode acontecer a qualquer um."
Esta manhã, publicou um artigo sobre uma nova campanha por cyberlocker serviço Megaupload .
O fundador Kim Dotcom no TorrentFreak disse que ele tinha encomendado uma música do produtor Printz Board apresentando artistas enormes incluindo P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys, Kanye West, Snoop Dogg, Chris Brown, The Game e Mary J Blige. Estes e outros gritavam os louvores do Megaupload.
Por esta tarde #megaupload foi tendência no Twitter que a notícia da disseminação da música. Interesse surpresa foi tão grande; Megaupload é descrito como um site desonestos pela RIAA e aqui estão alguns dos artistas seus rótulos principais «promover o serviço da maneira mais eficiente possível - através de uma canção.
E então, apenas um pouco atrás, a música parou . Os visitantes do YouTube, esperando para ouvir a música mega foram recebidos com a seguinte mensagem.
Mas o Dikasnet o trouxe de volta:
O Dikasnet imediatamente em contato com Kim para descobrir o que estava acontecendo.
"Esses criminosos UMG. Eles estão enviando avisos de remoção ilegítimos para conteúdo que não é seu ", ele nos disse. "Truques sujos em um esforço para parar a nossa campanha enorme sucesso viral."
Então, se Universal tem direito nenhum de emitir YouTube com um aviso de queda? Amostras não apurados, alguma coisa?
"Mega é dono de tudo neste vídeo. E nós temos assinado acordos com cada artista em destaque para esta campanha ", disse Kim ao Dikasnet.
"A UMG fez algo ilegal e injusto, informando qualquer conteúdo Mega de ser infrator. Eles não tinham direito de fazer isso. Reservamo-nos o direito de tomar as medidas legais. Mas nós gostaríamos de dar-lhes a oportunidade para pedir desculpas. "
"A UMG é tal rótulo um ladino", acrescentou Kim, inteiramente apreciar a ironia.
Poucos minutos após esta troca Kim contactaram-nos com boas notícias. Após a apresentação de uma queda YouTube disputa de direitos autorais, o vídeo foi reintegrado. Mas, infelizmente, poucos segundos depois, ele foi levado para baixo de novo.
"Entramos com uma disputa, o vídeo voltou online e agora está bloqueada novamente por UMG eo sistema automatizado YouTube ameaçou bloquear a nossa conta de reincidência", explicou Kim.
Dikasnet falou com Corynne McSherry, Diretor de Propriedade Intelectual na FEP, que diz que esse tipo de abuso de direitos autorais não é nada novo.
"Esta parece ser mais um exemplo do tipo de abuso queda que vimos nos termos da legislação existente - e uma outra razão por que o Congresso deve rejeitar profundamente os amplos poderes novos contemplados nas contas de lista negra da Internet, aka IAD / PIPA .
"Se os titulares de direitos de IP não pode ser confiável para usar as ferramentas já à sua disposição - e eles não podem - não devem ser dando-lhes novas formas de expressão on-line e sufocam a criatividade", conclui McSherry.
Sherwin Siy, diretor jurídico adjunto Public Knowledge , teme que este tipo de poder arrebatador só seria aumentada com a chegada do projeto de lei anti-pirataria IAD em os EUA.
"Se UMG derrubou um vídeo que não tem direitos, então o que temos aqui é exatamente o tipo de abuso que descuidados, detentores de direitos autorais com excesso de zelo, ou mal-intencionado pode criar, abusando de uma lei de queda," ele nos disse.
"O que torna isso ainda pior é que a UMG, entre outros, está se esforçando para expandir o seu poder para fechar as pessoas para baixo por decreto-SOPA permite que os titulares de direitos de-fundo sites inteiros com o mesmo tipo de demanda não analisado que removeu este vídeo", ele conclui.
Kim Megaupload da Dotcom nos informa que ele apresentou agora uma notificação internacional contra o YouTube, informando-lhes que a UMG não tem direito a nada no vídeo e que o rótulo abusaram do sistema queda YouTube para sabotar o negócio da empresa.
"É ridículo como UMG está abusando de seus poderes de intervenção no sistema do YouTube para parar a nossa campanha legítima. Eles estão deliberadamente sabotando esta campanha viral. Eles possuem nenhum direito a esse conteúdo ", Kim insiste.
"O que UMG está fazendo é ilegal. E essas são as pessoas que estão chamando desonestos mega? Loucura! "
Efeito Streisand , aqui vamos nós novamente.
Update: "O fato de que essa expressão poderia ser silenciado por uma grande gravadora - sem qualquer violação aparente - deve ser seriamente preocupante para quem se preocupa com os direitos dos artistas da fala", diz Casey Rae-Hunter, Vice-Diretor, da Coligação Futuro Music. "Se isso pode acontecer com Snoop Dogg e outros, pode acontecer a qualquer um."
Future of Game Graphics: VFX Tech Demo
segunda-feira, 23 de maio de 2011 // by Dikasnet //
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