Anonymous ataca o site da sede da presidência francesa
sábado, 21 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Durante uma busca no site do Palácio do Eliseu, era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo. Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal.
Paris - O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.
Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.
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| Um hacker mascarado manipula o site do Palácio do Eliseu |
Paris - O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.
Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.
Anonymous divulga dados do diretor do FBI
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| Ação do grupo Anonymous foi uma represália ao fechamento do Megaupload |
O Anonymous divulgou informações do diretor do FBI, Robert Mueller, em diversas redes sociais.
O grupo revelou, basicamente, dados pessoais, como o endereço residencial e o nome de parentes, como filhas e esposa. O Anonymous também publicou o telefone residencial e o e-mail pessoal dos familiares.
A ação foi uma represália pelo fechamento do Megaupload, na quinta-feira passada. O site está sendo acusado pela justiça americana de compartilhar conteúdo protegido (como filmes e músicas) na internet. Seu criador, Kim Dotcom, foi preso na Nova Zelândia e pode ser extraditado a qualquer momento para os EUA.
Além do FBI, o Anonymous realizou uma série de ataques em outros pontos do planeta. Páginas do governo francês, que apoia a criação de leis severas para quem compartilha dados protegidos na web, ficaram fora do ar na madrugada do sábado.
No Brasil, o grupo, até o momento, atacou sites do governo do Distrito Federal e, também, da cantora Paula Fernandes – ela é contratada da Universal Music, gravadora que apoia o projeto Sopa (um conjunto de leis que endurece as penalizações para quem usa e compartilha conteúdo pirata).
Comissária europeia critica projeto americano contra pirataria
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos
Bruxelas - A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, mostrou nesta sexta-feira sua discordância sobre a atual versão do projeto de lei americano que pretende impedir a pirataria na internet, conhecido como SOPA.
'Estou feliz por existir uma mudança de tendência sobre SOPA: não necessitamos de uma lei ruim quando deveríamos defender os benefícios de uma rede aberta', declarou a comissária através do Twitter.
SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos que provocou esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet em sinal de protesto por sua suposta intenção de censura.
Além disso, horas depois de o FBI fechar o site de armazenamento e download de arquivos Megaupload e deter quatro de seus executivos por um suposto delito de pirataria, Kroes comentou em sua conta no Twitter que 'o excesso de velocidade também é ilegal: mas não coloque redutores na estrada'.
Segundo outro comentário publicado pela comissária através desta rede social, 'a regulação da internet deve ser efetiva, equilibrada e preservar os benefícios de uma rede aberta'.
O porta-voz de Kroes, Ryan Heath, disse em entrevista coletiva que o comentário da comissária sobre SOPA se refere ao 'que é necessário para que a internet funcione bem', e afirmou que Kroes não estava apenas se referindo ao projeto de lei americano.
Ele destacou que se há na internet um 'grande problema', é necessário que a resposta seja 'equilibrada'.
O porta-voz afirmou que a Comissão Europeia segue de perto os eventos nos Estados Unidos e que cada vez mais os temas digitais são agora assuntos políticos que foram generalizados.
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Protestos contra lei provocaram esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet |
Bruxelas - A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, mostrou nesta sexta-feira sua discordância sobre a atual versão do projeto de lei americano que pretende impedir a pirataria na internet, conhecido como SOPA.
'Estou feliz por existir uma mudança de tendência sobre SOPA: não necessitamos de uma lei ruim quando deveríamos defender os benefícios de uma rede aberta', declarou a comissária através do Twitter.
SOPA, sigla para 'Stop Online Piracy Act', ou seja, Ato para deter a pirataria na internet, é um projeto de lei promovido pelo Congresso dos Estados Unidos que provocou esta semana um 'blecaute' em várias páginas da internet em sinal de protesto por sua suposta intenção de censura.
Além disso, horas depois de o FBI fechar o site de armazenamento e download de arquivos Megaupload e deter quatro de seus executivos por um suposto delito de pirataria, Kroes comentou em sua conta no Twitter que 'o excesso de velocidade também é ilegal: mas não coloque redutores na estrada'.
Segundo outro comentário publicado pela comissária através desta rede social, 'a regulação da internet deve ser efetiva, equilibrada e preservar os benefícios de uma rede aberta'.
O porta-voz de Kroes, Ryan Heath, disse em entrevista coletiva que o comentário da comissária sobre SOPA se refere ao 'que é necessário para que a internet funcione bem', e afirmou que Kroes não estava apenas se referindo ao projeto de lei americano.
Ele destacou que se há na internet um 'grande problema', é necessário que a resposta seja 'equilibrada'.
O porta-voz afirmou que a Comissão Europeia segue de perto os eventos nos Estados Unidos e que cada vez mais os temas digitais são agora assuntos políticos que foram generalizados.
Todos contra SOPA
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Entre os opositores estão as principais empresas que atuam na Internet como o Facebook, Twitter, Google, Yahoo!, LinkedIn, Mozilla, Wikimedia, Zynga, Amazon, eBay, Reddit, 4chan e 9GAG. Também organizações de direitos humanos, como Repórteres Sem Fronteiras e Human Rights Watch. A empresa de registro de domínios Go Daddy inicialmente apoiou a proposta. O posicionamento atraiu fúria de seus clientes, levando-a reconsiderar o apoio.
Membros da administração do presidente estadunidense Barack Obama fizeram um anúncio online no qual dizem que não apoiarão legislações que reduzam a liberdade de expressão, aumentem o risco da ciber-segurança ou enfraqueçam a dinâmica e a inovação na Internet global.
Anonymous ataca sites do governo dos EUA após fechamento do Megaupload
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 // by Dikasnet //
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Após um breve período de silêncio, o grupo de hackers Anonymous voltou à ativa agora a noite..
Pouco tempo depois do Megaupload.com ter sido retirado do ar pelo FBI, acusado de pirataria, o grupo atribuiu a si os ataques que desativaram endereços da Justiça Americana, Universal Music, Associação Cinematográfica (MPAA) e da Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA).
O anúncio foi feito nas páginas do grupo no Twitter (@anonops e @youranonews), por volta das 19h. “O Governo derruba o #Megaupload? 15 minutos depois o #Anonymous derruba os sites do governo e das gravadoras”, diz um dos tuítes. “Vocês deviam ter previsto”, afirmaram em outro post.
O grupo também afirmou que a operação em curso, chamada de #OpMegaupload ou #OpPayback, é “o maior ataque já feito alguma vez pelo Anonymous”, com 5.635 participantes. Os hacktivistas estariam usando “Loic”, um programa de código aberto utilizado para ataques de negação de serviço DDoS.
E parece que a ação vai continuar – a intenção do grupo é ir atrás site do FBI. “Pegue pipoca… será uma noite longa e engraçada”, avisou o perfil que divulga e comemora os avanços da operação.
Fechado
O Megaupload.com, um dos dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, saiu do ar depois que o FBI indiciou seus funcionários por pirataria. Como parte da operação, foram presos quatro executivos responsáveis pelo site, e outros três diretores do endereço serão processados.
A acusação é de que o site lesou proprietários de direitos autorais em mais de US$ 500 milhões ao abrigar contéudo pirateado como filmes e músicas. Durante a noite, a página está fora do ar e não traz nenhum aviso sobre o motivo.
Atualização às 22h50
Após 3 horas de operação, o grupo hacker Anonymous foi bem sucedido em sua ofensiva contra o site do FBI, que finalmente foi derrubado por volta das 22h50 desta quinta-feira. Por enquanto não há novos alvos anunciados.
FBI fecha Megaupload e prende responsáveis pelo site
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Site de compartilhamento de arquivos é acusado de facilitar pirataria online de filmes e outros conteúdos.
O Federal Bureau of Investigation (FBI) fechou ontem o site de compartilhamento de arquivos Megaupload e prendeu quatro executivos responsáveis pela operação do site, sob a acusação de pirataria de conteúdo pela internet. Outros três executivos que estavam envolvidos com o site também serão processados pelo crime. Por enquanto, o site está fora do ar e não há nenhum aviso sobre o motivo.
MegaUpload, site baseado em Hong Kong, é um dos mais populares sites para compartilhamento de arquivos. Os usuários podem fazer upload de documentos e de arquivos maiores, como vídeos, e permitir que outros internautas baixem o conteúdo de qualquer dispositivo conectado a internet. Muitos internautas à procura de filmes e músicas pirateadas baixam arquivos a partir do site e de outros similares.
De acordo com o FBI, quatro dos sete acusados já estão presos, enquanto aguardam a decisão da Justiça sobre os crimes. Ao mesmo tempo em que os executivos foram presos na Nova Zelândia, agentes do FBI buscaram servidores do MegaUpload em outras localidades e tiraram o serviço do ar. Em diversas ocasiões, os executivos responsáveis pelo serviço já se defenderam contra as acusações de promoção de pirataria. Eles afirmam que a maior parte do tráfego do site é legal.
De acordo com o documento divulgado pelo FBI, os negócios do MegaUpload relacionados a pirataria já renderam mais de US$ 175 milhões. No documento, o FBI chama a empresa de "uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva."
Um dos criadores do Megaupload, o alemão Kim Schmitz, mais conhecido como Kim DotCom, é uma figura conhecida entre hackers. Nos anos 1990, ele cumpriu dois anos de prisão na Alemanha por usar suas habilidades de programador para fraudar cartões de crédito.
Pirataria sob a mira do governo americano
A ação acontece um dia após o protesto contra os projetos de lei SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect Intellectual Property Act), que devem ser votados nas próximas semanas nos Estados Unidos. Se aprovadas, as novas leis colocarão regras rígidas para o compartilhamento de conteúdo online e dará poderes à Justiça dos EUA para fechar quaisquer sites suspeitos de pirataria na internet.
O Federal Bureau of Investigation (FBI) fechou ontem o site de compartilhamento de arquivos Megaupload e prendeu quatro executivos responsáveis pela operação do site, sob a acusação de pirataria de conteúdo pela internet. Outros três executivos que estavam envolvidos com o site também serão processados pelo crime. Por enquanto, o site está fora do ar e não há nenhum aviso sobre o motivo.
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| Kim DotCom, um dos criadores do Megaupload |
De acordo com o FBI, quatro dos sete acusados já estão presos, enquanto aguardam a decisão da Justiça sobre os crimes. Ao mesmo tempo em que os executivos foram presos na Nova Zelândia, agentes do FBI buscaram servidores do MegaUpload em outras localidades e tiraram o serviço do ar. Em diversas ocasiões, os executivos responsáveis pelo serviço já se defenderam contra as acusações de promoção de pirataria. Eles afirmam que a maior parte do tráfego do site é legal.
De acordo com o documento divulgado pelo FBI, os negócios do MegaUpload relacionados a pirataria já renderam mais de US$ 175 milhões. No documento, o FBI chama a empresa de "uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva."
Um dos criadores do Megaupload, o alemão Kim Schmitz, mais conhecido como Kim DotCom, é uma figura conhecida entre hackers. Nos anos 1990, ele cumpriu dois anos de prisão na Alemanha por usar suas habilidades de programador para fraudar cartões de crédito.
Pirataria sob a mira do governo americano
A ação acontece um dia após o protesto contra os projetos de lei SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect Intellectual Property Act), que devem ser votados nas próximas semanas nos Estados Unidos. Se aprovadas, as novas leis colocarão regras rígidas para o compartilhamento de conteúdo online e dará poderes à Justiça dos EUA para fechar quaisquer sites suspeitos de pirataria na internet.









